GONÇALVES, QUE DIAS !
Na minha terra em setembro O calor é de arrasar Calor mais forte ? não lembro Nem em Palmas, nem Cuiabá
A umidade inexiste A primavera é miragem O azul é baço, e o verde Não faz parte da paisagem
Não há chocolate que quebre É necessário rasgá-lo Não dá pra saber quem tem febre Aos 40º nem me abalo
Na minha terra o inverno São os meses em que chove No verão, nada se move Não há nem vento, é um inferno Na minha terra em setembro O calor é de arrasar
O calor que faz agora Só agrada a rezador Certo está o crente que ora E consagra esta terra ao Senhor É que o demo foi-se embora (Só porque não agüentou o calor).
Escrito por Cynthia às 18h38
[]
[envie esta mensagem]
|