É UMA @#$%¨&* SIAMESA, COM CERTEZA

Outro dia, falando com uma amiga, ela me disse que achava que não adiantava muito batizar gatos, já que os monstrinhos ingratos não costumam atender quando chamados pelo nome. Eu, claro, defendi minha filha felina, dizendo que ela atende (ou pelo menos deixa claro que saaaabe que estamos falando com ela antes de, algumas vezes, nos ignorar solenemente). E eu não tava mentindo não, é a pura verdade. Só que depois que eu falei isso, fiquei um pouco preocupada. É que a Nina, que sempre foi naturalmente carinhosa e carente como todo gato siamês, por alguma razão ultimamente anda ainda mais dependente e grudenta, de tal forma que tá difícil dar um passo dentro de casa com aquela pantufona orelhuda colada nos nossos pés e serpenteando por entre nossos tornozelos, aparentemente tentando nos derrubar. É claro que muitas vezes ela quase consegue. É claro que todas as vezes que isso acontece, a metade do casalzinho boca-suja sendo atacada no momento deixa escapar uma meia-dúzia de oito ou nove palavrões encadeados (e como no caso de palavrões a criatividade não é necessária, quase sempre na mesma ordem). O que me leva ao motivo da minha preocupação : é que de tanto ouvir isso repetido, tô com medo de a Nina começar a achar que Nina é só um apelidinho dela, e que seu nome completo mesmo de verdade  é nada menos que "Putaquepariucaralhoassimcemederrubagatafilhadaputaporranina"...



Escrito por Cynthia às 17h01
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SÃO OS DIÁLOGOS BOBOS DE MARÇO FECHANDO O VERÃO.

- ... e a Marcela, o que tá achando de ganhar um irmãozinho ?

- Parece que tá animada. Só que encasquetou que ele – ou ela – vai ter que ter o nome de umas personagens de um desenho animado que ela adora. Charlie e Lola, cê já ouviu falar ?

- Não, mas até que são bonitinhos.

- É, mas são apelidos. E eles não querem batizar o bebê de Dolores ou Charles.

- Bom, eles têm nove meses pra fazer ela mudar de idéia. E afinal, podia ser bem pior... já pensou se ela fosse fãzoca de outro desenho ?

- Tipo Popeye e Olívia Palito ?

- Ou a Vaca e o Frango...

 


 

-... mas eu acho interessante é que muitos desses caras que estão indignados, com toda razão, com essa palhaçada da fôia chamando a quartelada de “dita branda” continuam defendendo o Fidel.

- É. Devem achar que ditadura na Cuba dos outros é refresco.

 


 

-... mas essas barrinhas de cereal aí não são diet não, lindinha.

- Eu sei, baby. Não são pra mim não, são pra Tati. É que ela tá fazendo estágio lá no tal hospital psiquiátrico, fica lá o dia inteiro e não tem nada saudável pra comer, só pão com manteiga ou aquelas roscas meladas.

- Ah,tá.

- Aí eu vou levar essas barrinhas pra ela não ter que ficar só comendo rosquinha de louco.

 


 

 

- Mas por que será que o nome é Pilates ?

- Acho que é porque a gente padece pra fazer e pra pagar, mas se a forma física e o condicionamento não melhorarem... eles lavam as mãos.

 


 

- Ah, eu não podia trabalhar como CSI nunquinha na vida.

- Por que, você acha que não ia agüentar os trabalhos mais nojentos ?

- Não, é que do tanto que meu cabelo anda caindo, eu ia ser considerada culpada de todos os crimes da cidade... onde tivesse um fiapo de DNA, era eu lá.



Escrito por Cynthia às 07h35
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RELATÓRIO COMPLETO DE TODO O NADA QUE ACONTECE EN MI VIDA

ou MY WEEK SO FAR

 

ou ainda F.G.I.S.W. (Fuck, Gawd, It’s Still Wednesday !)

 

 

Yo no creo en brujas, pero... se o gatim pudesse parar de ter o carro batido em plena avenida ou de derrubar a moto do vizinho ao dar ré na garagem toda sexta-feira treze, seria bem mais fácil acreditar no total materialismo dele. Isto posto, será que a gente deveria começar a andar com amuleto da sorte e voltar a jogar na Mega Sena ?

 

 

O pior efeito colateral do calor dantesco que faz por aqui ultimamente é que as baratas ficam doidonas : perdem a noção do perigo, se esquecem de andar pelas frestas e sombras, sobem nas calçadas, vêm pra cima da gente na rua, escalam as paredes do prédio, entram pela janela e correm pra detrás da televisão, ficam paradas em duplas na porta do elevador... Com todos esses sinais do apocalipse right now, ando tão noiada que agora pulo e grito ao menor sinal de um brilhozinho semovente no chão. O ruim é que faço papel de ridícula (com ainda mais freqüência) em público. O bom é que às vezes, ao aterrissar de um dos meus pulos de doida histérica sem noção, caio bem em cima de uma delas. Crunchy...

 

 

Acho que vou gravar uma paródia de uma música do Zeca Baleiro e mandar pra ele : “Sabe onde anda Stephen Fry ?/ Sabe onde ele tá ? No Twitter... / Tá com a cabocla postadeira© / Stephen agora Twitta o dia todo, twitta a noite inteira”... (mas ele é um doce e todos os seus tweets são fofos, é bom lembrar).

 

 

O serviço de entregas da Chainainbox já há algum tempo tá uma Chainainboxta. Você pede uma coisa e eles mandam outra, pede um Box padrão e ele vem com arroz, a entrega demora demais e ainda chega com as caixinhas amassadas e o molho derramado, a porção de rolinhos primavera chega milagrosamente reduzida pela metade (mas o preço continua o mesmo), e quando você liga pra reclamar, o supervisor, gerente ou sei lá como se chama agora o ManéZão que manda nos ManéZinhos que atendem os telefones e anotam os pedidos (e anotam com a bunda, certamente), ele nunca está, e quando te liga – horas depois – o máximo que é capaz de oferecer é pra mandar “de novo” o seu pedido – jurando que desta vez ele virá certo (e sem cuspe, será ?). Da última gota, digo, da última vez, nós recusamos, ele mandou de qualquer forma, nós mandamos o motoqueiro de volta da portaria mesmo, e juro que só pediremos comida lá de novo quando o inferno congelar (ou quando a gente esquecer da raiva, o que acontecer primeiro). Este minipost irritadinho é só porque eu prometi pra ele que ia falar mal deles pra todo mundo a quem eu pudesse. E ao contrário da Chainainbox, eu sempre cumpro o que prometo.

 

 

Na academia, a coisa é mais complexa. O fato de uma das colegas levar seu rebento pras aulas e ninguém pedir que a criança fique na recepção, e não dentro da sala – que já é pequena demais pra quantidade de alunos e equipamentos em atividade no horário – me irrita, mas eu sei que nesta sociedade que resolveu tratar crianças (desde que brancas e vindas de pais com recur$o$, bien entendu) como realeza universal, com direito divino de fazer e dizer tudo o que quiserem, em qualquer lugar e a qualquer tempo (e o pior, em qualquer volume), se eu reclamar que não posso estender um braço pra fazer o exercício do jeito certo sem medo de acertar o toquinho de gente – e o pior é que o supracitado toco não tem a noção nem a orientação materna necessárias para se manter quieto e fora do caminho dos adultos que estão pagando uma boa grana pelas aulas -, é óbvio que a chata, a demônia sem coração, a bruxa que odeia tudo que é bom e inocente neste mundo feio e mau e provavelmente come criancinhas (ugh) no café da manhã sou eu, né. Meu censor interno já tá tão eficiente que às vezes eu mesma fico meio culpada por achar ruim, já que imagino que a mãe não tenha onde ou com quem deixar o filhote no horário da aula, mas aí minha porção megera grita lá do fundo do cérebro “E eu com isso, fofa ? Eu sou o pai, por acaso ? Tem culpa eu ? Já notou que a própria mãe NUNCA fica perto do monstrinho na sala ? E se a cria fosse sua, você não daria outro jeito, em vez de incomodar os outros assim ?”. É duro discutir com ela, a bicha me conhece bem demais. Mesmo assim, ainda não sei quem vai ganhar essa batalha, mas suspeito que, se continuar nessa toada, provavelmente eu é que vou cair fora da academia assim que acabar o trimestre já pago, e acho que não vou ser a única. Bom, pelo menos aí sobra mais espaço na sala, né ? Pras outras alunas poderem se alongar de verdade - e pra criancinha se espalhar ainda mais...



Escrito por Cynthia às 17h15
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QUOD ME NON DELET, ME FORTIFICAT

ou  O QUE NÃO MATA ENGORDA

 

ou ainda TOO LATE FOR HEROIN ?

 

 

Ontem vi um documentário muito interessante sobre a famosa (e famosa desde a época em que, pra ser célebre, a pessoa tinha que ser efetivamente muito boa e talentosa em alguma coisa) fotógrafa Annie Leibovitz. Sempre gostei muito das fotos da moça, mas não sabia muito sobre ela. Ignorava, por exemplo, que ela tinha namorado a filósofa Susan Sontag por mais de dez anos. Ou que a histórica foto do John Lennon peladão e enroscado na Yoko tinha sido tirada por ela poucas horas antes daquele corno maluco do John Chapman assassinar Mr. Ono. Ou que ela tinha três filhas ainda pequenas, a primeira das quais nascida quando ela já tinha mais de 50 anos. Mas sabia que ela tinha se envolvido demais com seus fotografados na época da Rolling Stone, e que por isso tinha enfiado o pé na jaca com drogas (pra não falar no sexo & rock’n’roll, hohoho), a ponto da própria família a internar num rehab, yeah, yeah, yeah (viu, Mr. pai da Amy ?!), de onde ela saiu curada e centrada o suficiente pra retomar a profissão e continuar sua longa e produtiva vida fazendo o que gosta e ainda ganhando uma grana sentida pra isso.

Mostraram inclusive o Keith Richards falando sobre ela, e ao ver aquele outro maracujá de gaveta, feliz, magro, produtivo e endinheirado (o eufemismo do semestre acaba de ser usado, plim !), foi impossível pra mim deixar de pensar no Tony Bourdain, Rita Lee, Iggy Pop e outros malucos ex (ou nem tanto) junkies, igualmente vivos, felizes, produtivos, que fazem o que amam, ganham grana e provavelmente ainda têm o peso dos 20 anos. E eu, tão certinha, que nunca nem cheirei nada mais forte que poeira de estrada nem injetei nada mais entorpecente que Buscopan composto, tô aqui assim, baleia, frustrada, numa rotina infeliz em que gente boba me paga mal pra não deixar que eu faça nada criativo, inteligente ou minimamente original pra vender seus produtos e serviços, numa profissão que eu já deixei de amar faz tempo mas que não posso abandonar por não ter nenhuma outra. Meleca. Será que é tarde pra eu começar a tomar baque na veia ?



Escrito por Cynthia às 17h20
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MY OWN PRIVATE MADELEINES

Todo mundo se lembra de ter visto na infância – e a quem esqueceu eu lembro agora –, naquelas aulinhas de ciências sobre os cinco sentidos, um desenho horroroso da língua que mostrava onde se concentravam as papilas gustativas especializadas em sentir o doce, o azedo, o amargo e o salgado. Na época, pelo menos a mim, ninguém se lembrou de dizer que isso significava que nossa capacidade de sentir e identificar os sabores mais complexos deveria ser creditada ao olfato, como bem mostram (e de que tanto se aproveitam) as indústrias alimentícias e seus aromas artificiais. Claro que de lá pra cá eu aprendi isso, e consequentemente entendi por que era que eu achava as balinhas Jin-Tan do meu pai com gosto de chão de mármore recém-limpo, agrião com gosto de lança-perfume, beterraba com gosto de telhado molhado de chuva e por que às vezes o bife tinha gosto de vaca viva : era tudo culpa do cheiro ! Todo esse prolegômeno foi só pra contar que dias atrás, quando eu coloquei na boca, pela primeira vez, uma balinha de chá verde com limão – sem açúcar, claro - , fiquei uns bons trinta segundos parada, de olhos fechados, encantada com o seu gosto de lençóis brancos de algodão da fazenda, lavados com sabão em barra na água de nascente, enxaguados com anil, secos ao sol e ao vento e acabando de ser passados a ferro. Pode até ser que os aditivos que dão a ela esse sabor tão específico não façam lá muito bem à saúde, mas minha menininha interior (aquela que ainda usa os cabelinhos extremamente pretos e lisos presos num penteado chamado “Pedrita”, e não sabe se ama mais o vestido amarelo de bolinhas ou o vermelho de crochê feito pela vovó Ana) não tá nem aí pra isso : achou uma D E L Í C I A !!!   



Escrito por Cynthia às 15h04
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A TEORIA NA PRÁTICA É... O INFERNO PURO

red hot earth

ou EU VI O FUTURO E...

 

...eu sei que um dia, os nomes desses imbecis que hoje dizem que o aquecimento global é só uma teoria, sem comprovação e sem plausibilidade, serão lembrados (por poucos segundos) junto - e colocados lado a lado, na mesma lata de lixo histórica - dos idiotas de posições políticas extremas e ainda mais extremo mau caráter que afirmam que o holocausto judeu na 2ª grande guerra foi "um detalhe", "uma armação" ou "um exagero"; que a ditadura no Brasil foi tão molinha quanto seus (lá deles) pintos ou que a evolução das espécies é só uma possibilidade, muito menos provável do que a criação do mundo a partir de lama tratada com sopro vindo dos inefáveis pulmões de um Grande Papai Noel bipolar. Sim, eu tenho certeza de que isso vai acontecer com os nomes deles, e é muito justo, mas este fato não me consola. Eu só me conformaria - talvez, e bem pouco - se pudesse ter certeza de que os corpos desses vagabundos, enquanto vivos, iriam pruma prisão debaixo do forno de uma padaria em Fitzroy Crossing, Cuiabá ou em Dakar por muitos anos, antes de finalmente irem pro buraco (e de lá pro oitavo círculo do inferno ou pra contraputa que os pariu, de ré) bem antes disso.

 

 



Escrito por Cynthia às 13h51
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RENATO K. PEDIU, EU OBEDEÇO : DIÁLOGOS BOBOS

Cynthia diz:

   Pois é, eu também tenho umas palavras assim, tipo "maiêutica" : não adianta perguntar ao gatim, ao Aurélio, nada. Só guardo por cinco minutos.

Janaína diz:

eu também, meu dicionário já é viciado. Eu sempre olho. E depois esqueço.

Cynthia diz:

Uia, será coisa de geminiana, isso ? Resistência cerebral ?

Janaína diz:

hehehe.. pode ser. Mas maiêutica é fácil. Faz parte da ciência da moda no design, que designa (hã hã hã) - o estudo dos maiôs.

Cynthia diz:

Hahahaha, sua besta

Janaína diz:

E epistemologia é o estudo das formas de abordagem dos pedreiros: Ei, psss, ei, psss...

Cynthia diz:

Eu acho que na verdade é quando Dona Tica briga com o marido e diz que foi ele quem fez alguma coisa errada. E ele tenta se defender bancando o coitadinho : "Mai eu, Tica ?"

Janaína diz:

hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha.... boba.

Janaína diz:

no interior todo mundo conhece a Dona Tica. Ela é delegada e acusa todo mundo.

Cynthia diz:

E usa um cassetete de grife, da Hermès, nos vagabundos.

Cynthia diz:

Aí eles choram : "Hermès n’eu, Tica ?"

Janaína diz:

hahahahahahahahahahahaah....

Janaína diz:

paiaça

Cynthia diz:

Brincalhão

 

 


 

 

Janaína diz:

Então tá, segunda-feira a gente começa no Pilates. E não vai estranhar os equipamentos com cara de instrumento de tortura...

Cynthia diz:

Epa, agora me deu medinho, hem ?

Janaína diz:

Não, Cy, não tem erro, juro. É porque é tudo de madeira e em academia a gente não tá acostumada a ver madeira, né?

Cynthia diz:

Então tá. Mas se eu ficar entrevada você me paga, viu ?

Janaína diz:

Heheheheheheh... vai ficar entrevada de jeito nenhum.

Cynthia diz:

  Quer dizer, só me paga se eu te rogar praga, porque provavelmente não vou dar conta nem de levantar o braço pra te dar um beliscão, hahaha...

 

 


 

 

Cynthia diz:

 É foda. Não sei por que, mas a coleguinha multifuncional aqui   - agora no mode atendimenta – trouxe o cliente aqui pra sala da criação e agora tão os dois gritando perdidamente enquanto nosotros, pobrecitos, tentamos trabalhar...

Gatim diz:

Putz.

Cynthia diz:

Tá brabo. Nem com o mp3 com meus lindos fones de ouvido novos que eliminam barulho externo dá pra eu me concentrar e ouvir meus próprios pensamentos.

Gatim diz:

E eu imagino que pensamentos serão esses... "Vão se foder, suas gralhas!!!"

Cynthia diz:

   Hahahahahaha, por aí.

 


 

 

Gatim diz:

Fui mostrar aqui pra Ester aquela entrevista do Del Toro fazendo papel de bobo e ela disse “Ai, acho que não amo mais o Benício !", hehehe...

Cynthia diz:

   Pois eu não tô nem aí. Eu nunca amei ele por causa do cérebro, mesmo, hahahaha...

 


 

Colega do gatim ao telefone com o marido :

Ah, e tem um cara novo trabalhando aqui. Acho que cê vai gostar dele... ele curte Sex Pistols !

Marido da colega do gatim :

Tá doida, mulher ? E eu lá vou gostar de um cara porque ele curte sexo explícito ?!



Escrito por Cynthia às 14h27
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