REMAINS OF THE WEEK

O duro de ter gostos (relativamente) adolescentes é que não tenho o restante do equipamento necessário para bem exercer minha adolescência 2.0. Que tipo de equipamento ? Bom, entre vários outros, que vão da saúde ao corpitcho, destaco um exemplo : não tenho mais mãe de adolescente. Enquanto amigos dos meus sobrinhos reclamam que não conseguem ficar com o All Star encardido porque a mãe deles pega e lava "sem permissão", eu fico aqui pensando em como ter limpos meus modelos preferidos de tênis sem ter que limpá-los eu mesma. Será que se eu trocar os meus pelo do moleque temporariamente, a mãe dele desencarde os meus ? Se sim, será que ela nota que o par azul-marinho dele agora se multiplicou em oito de diferentes cores e, principalmente, que os pés do garoto encolheram de 42 pra 37 da noite pro dia ?

Me lembro de que, quando o Brad Pitt começou a fazer sucesso, toda a crítica falava no quanto ele supostamente se parecia com o Robert Redford. Eu nunca achei isso... pelo menos até anteontem, quando vi como ele vai ficar quando estiver mais enrugado que um maracujá de gaveta. É verdade : na sua versão jenipapo, Mr. Jolie vai ficar igualim ao Sundance Geezer. É pena, mas nem todo mundo pode ser Paul Newman, lindo até o último minuto.

Cinco minutos de exercícios pra panturrilha na quarta-feira foram suficientes pra minhas batatas se transformarem em purê. Hoje já é sábado e eu continuo, como diz a caçulinha, andando com a elegância, o charme e o veneno de um papagaio artrítico descendo escadas íngremes depois de uma noite inteira de sexo selvagem com viés sadomasô. Mas se alguém me disser “dá o pé, lôra”, periga levar o dito pé na boca, isso sim.

Quando a gente está tentando emagrecer, não é uma boa se consolar com macarrão, pudim e outras comfort foods, quase todas excessivamente cremosas, macias e calóricas. Mas tenho encontrado algum colinho na raquítica combinação de um pouquinho de chá de maçã com canela (bem forte) e leite desnatado. Despejo o leite até a mistura ficar com cor de leite com açúcar queimado (aiai), junto adoçante e pronto. É morninho, é docinho e tem cheiro de torta de maçã. Claro que não chega nem perto da coisa real, mas já refresca. É como se fosse um colinho de enfermeira ossuda e de mãos frias em vez do abraço macio e quentinho da mamãe. Ou seja : não é perfeito... mas é bem melhor que nada.

Hoje, com minha mãe no supermercado, tive mais uma prova de que qualquer resquício de civilização e respeito ao próximo acabou mesmo. Ela queria entrar na fila especial para idosos, porque anda se cansando rápido e não agüenta ficar de pé muito tempo. Mas na fila especial para idosos, levando décadas pra se mover, estava um casal – e mais um amigo, comborço, concu(hem ?)bino ou sei lá o quê , nenhum deles com mais de 30 anos - com nada menos que CINCO carrinhos cheios de Coca-Colas. A moça (heh) mascava chiclete de boca aberta e os homens olhavam com cara de bunda dormente para um velhinho que, revoltado, exigia em vão alguma atitude por parte do gerente-badeco-orelha-seca do super – ou melhor, sub, né ? – mercado. Como não gosto de criar caso a não ser que exista a mínima chance de ser bem-sucedida, convenci minha mãe a entrar numa fila de caixa normal, junto com vários outros idosos que também já haviam desistido de esperar alguma decência por parte do Rivo-Trio e da gerência. Como não podia descarregar uma Uzi nos bonitinhos, joguei neles uma praga tão desnecessária quanto certeira : é que o desrespeito aos velhos é sempre punido, de uma forma ou de outra. Porque ou eles ainda vão ficar velhos e ser tratados de modo igual ou pior... ou nem vão ficar velhos.

Meu gatim é a única pessoa no mundo que consegue sair de casa de sapatos e perder as solas dos dois in-tei-ri-nhas na rua, voltando com o topo deles dançando em volta dos tornozelos e o solado do pé no chão. Meu Fred Flintstone preferido. Eu sei que sou má rindo dele até lacrimejar, mas estaria mentindo se dissesse que o fato de ele me fazer rir assim com tanta freqüência não é um (importante) dos milhões dos motivos pelos quais eu o amo loucamente.



Escrito por Cynthia às 13h27
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ORA PRO NOBIS, PECATORIBUS

As Fridas me incluíram na lista dos que elas gostariam de ver respondendo a este meme, que convida a gente a analisar e assumir seus pecados. Atrasada como sempre, aí vai. Primeiro, claro, as definições dos sete pecados, e depois minha confissão de quais são os meus. Não vou repassar pra ninguém específico, mas quem quiser responder, seja aqui nos comentários, seja no próprio blog, fique à vontade. E me avise, que eu também quero saber os seus (ainda bem que curiosidade não é pecado, né ?).

 

Pecados Capitais


1) Gula: consiste em comer além do necessário e a toda hora;
2) Avareza: é a cobiça de bens materiais e dinheiro;
3) Inveja: desejar atributos, status, posse e habilidades de outra pessoa;
4) Ira: é a junção dos sentimentos de raiva, ódio, rancor que às vezes é incontrolável;
5) Soberba: é caracterizado pela falta de humildade de uma pessoa, alguém que se acha autossuficiente;
6) Luxúria: apego aos prazeres carnais;
7) Preguiça: aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico

 

 

1-    Gula : sim, sim, sim. Eu sou uma grande praticante deste pecado, agravado pela total ausência de culpa, talvez devido ao fato de que, até os 30 anos, eu comia feito uma doida e não engordava. De lá pra cá, toda a minha gula tem sido castigada com pneuzinhos e celulite, mas eu não me emendo.

2-    Avareza : olha, cobiçar eu até cobiço, mas como preciso trabalhar honestamente, sempre tive pouco, e sou incapaz de juntar, guardar ou racionar dinheiro (ou o que quer que seja). Adoro dar presentes (pra mim e pros outros) e suspeito que se ganhasse na mega sena, seria capaz de gastar tudinho e não deixar nada – ou quase - pros herdeiros necessários.

3-    Inveja : de homem (homem à moda antiga, metrossexual não vale), que só precisa tomar banho, fazer a barba e colocar uma roupinha legal pra ficar lindo, sem ter que passar doze cremes diferentes, perder horas no cabeleireiro e maquiagem, manicure, depilação e o escambau. Ah, e de fazer xixi em pé também. Mas não queria trocar não...

4-    Ira : mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa. Sou irritada mesmo, fico puta por qualquer bobagem e tenho uma carranca de dar inveja nas do Rio São Francisco e um vocabulário de fazer marinheiro corar. Além do mais, suspeito que transformo outros sentimentos (tristeza, frustração, depressão) em raiva, porque com ela eu sei lidar melhor.

5-    Soberba : oh, sim, orgulhosa, metida a besta, arrogante, autoconfiante e jurema. C’est moi. Mas não em todos os aspectos, só naqueles em que eu sei quem sou e confio no taco. Ninguém vai me ver jurando que sou linda, magra e boa de matemática, porque eu sou pecadora mas não sou cega, hahaha...

6-    Luxúria : alguém já disse que sem tesão não há solução, e eu concordo totalmente. Mas também não penso nisso 24/7, não.

7-    Preguiça : este é o meu maior, o que me levaria ao inferno, se inferno existisse. Mas um dos mais gostosos de praticar. Aliás, gostoso mesmo seria poder juntar o 1 com o 6, jogar tudo numa rede à beira-mar e curtir um bom 7 até cansar. Se é que cansava...

 

 

 



Escrito por Cynthia às 14h11
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LORD GATIM & CYNTHIA SKYWALKER

 

Gatim tem pouquíssimos e leves defeitos, mas quase todos têm a ver com excesso de decibéis. No que diz respeito a falar alto, eu o cutuco sempre que estamos em público e eu prevejo momentos embaraçosos, ou quando meus tímpanos ameaçam entrar em choque, mas de modo geral eu só tento me acostumar. Já no que concerne a ronco, a história era diferente.  É que de uns anos pra cá, à medida que os números da balança e do quadrinho "idade" nos formulários começaram a subir, ele começou a soar feito uma Harley Davidson na subida sempre que caía no sono, fosse na cama ou num cochilinho à toa no sofá. O problema é que eu não consigo dormir com barulho, e ele é lindo demais pra me impor sua betoneira noturna, então sofremos muito, os dois, até ele ir ao médico e chegar à conclusão de que teria mesmo que usar o CPAP (presente da mãe dele, a sogra mais fofa que existe), um aparelhinho que força o ar pra dentro da traquéia dele e impede tanto a perigosa apnéia noturna quanto os assustadores roncos. Agora ele tem dormido feito um anjo (ou feito o Sandman do Neil Gaiman), acordado muito mais disposto e me deixado dormir também - ou pelo menos deixando a tarefa de me manter acordada para os alarmes de carros, portas de garagem e raros exemplos de engenharia genética a serviço do mal - leia-se "cachorros filhos duma égua" - que pululam na rua em que moramos. Por isso estranhei quando vi, na semana passada, um bocó americano confessando no post-secret que prefere morrer prematuramente (a apnéia é prejudicial ao coração, entre outras coisas) do que usar seu CPAP, e um velhinho num episódio-reprise da Família Soprano - a que nunca assisti e não vou começar agora - reclamando de ter que usar o seu. Só então percebi que, se a pessoa for especialmente neurótica, impressionável e deprimida, ela pode identificar o aparelho (que nós chamamos carinhosamente de "trombinha" aqui em casa) com respiradores artificiais, UTI e outros equipamentos de aura desagradável e baixo-astral incluído. Por isso é que eu fico feliz por sermos uns palhaços que não levam nada a sério. Porque ao ver  o gatim com aquela traquitana na cara (e ao ouvir o barulhinho de mar que ela faz) pela primeira vez, só o que me ocorreu foi perguntar "Darth Vader, are you my father ?" e sair assoviando "o passo do elefantinho"...



Escrito por Cynthia às 16h12
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O C.C. E A CRISE DE CONSCIÊNCIA

Eu sempre me sinto meio culpada quando não gosto de alguém que pertence a alguma minoria. Com exceção do meu ex-colega de trabalho Xxxx, unanimemente reconhecido como o Über Mala, a quem eu já cheguei a dizer, sem remorso nenhum  - e não estava inteiramente brincando - que ele era tão chato, sem noção, grosseiro e desagradável que seria capaz de transformar até a Madre Teresa de Calcutá em chefe da KKK (parece horrível, né ? Só pra quem nunca foi exposto à figura, à sua completa falta de respeito pelo restante da humanidade e ao seu truquezinho sujo de se dizer vítima de preconceito sempre que alguém reagia à altura), em casos assim eu normalmente fico me perguntando se não estou sendo injusta e preconceituosa, ou pior ainda (pior no meu conjuntinho de valores particular), se não estou deixando de ver o lado deles. Normalmente acabo chegando à conclusão de que não, que essa linha de pensamento é quase um preconceito às avessas, e que, assim como qualquer outra pessoa, ninguém está livre de ter mau gosto ou de ser INDIVIDUALMENTE (é bom lembrar) chato, burro ou mau-caráter só porque nasceu negro, ou gay, ou deprimido, ou torcedor do Ibis. Ainda assim, toda vez que meu santo vira a cara e tem náuseas perto de algum prego minoritário, o reflexo é acionado e eu fico culpada de novo. Então imaginem como eu sofro de terríveis batalhas internas todas as vezes que entro no elevador do meu prédio e dou de cara com o vizinho - branco, hetero e de classe média, mas que pode ser considerado minoria por ser velho, doido e alcoólatra -, que às vezes me insulta e às vezes me ignora (principalmente nas vezes em que ele está ocupado dando gritinhos,  uivinhos e ganidos agudos para o nada), independente de eu dar ou não bom-dia, boa-tarde, boa-noite amor, paz-e-vida-longa ou anauê a ele. Mas acho que hoje ele resolveu de uma vez por todas meus dilemas de consciência, porque além de continuar velho, doido, cachaceiro, grosso e uivante, como sempre, nesta bela manhã ele estava num cecê de tal magnitude que deixou a mim e ao gatim sem respirar,  com um interessante tom de pele verde-abacate e, por alguns segundos, transformou o elevador no sarcófago de Ramcecês III, o Fétido. De agora em diante, estou pré-perdoada pelo meu juizinho interno a cada vez que eu fechar o elevador sem embarcar quando o Faraó do Futum estiver lá dentro. Porque meus olhos, ouvidos e senso comum até aguentam muitos maus-tratos, mas meu nariz é muito dono de si mesmo... e não aceita desaforo.



Escrito por Cynthia às 13h05
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...AND THANKS FOR ALL THE BOOKS.

Coisa esquisita e desconfortável é encontrar por acaso, na fila do caixa da livraria, seu ex, digamos, "principal", depois de muito tempo sem vê-lo. Não porque reste algum sentimento, bom ou ruim (ou péssimo, hohoho), mas porque é estranho demais demorar a reconhecer, e depois não ter absolutamente nada a dizer, pra alguém por quem um dia você arrastou frotas de bondes, chorou bacias amazônicas, quis morrer várias vezes e aceitou desaforos até - e desde  -  então inimagináveis. O bom é que, ao notar que não há mais ressentimentos reais e imediatos, você pode imaginar que um dia, talvez - e esperemos que nem demore -, você consiga, sem estardalhaço (ele nem precisa saber) perdoar e esquecer tudo de ruim (não foi pouco) e achar um jeito de ficar grata pelo bom : não o amor pelos livros, que isso eu trago do berço, mas por alguns autores aos quais eu talvez não tivesse chegado, ou tivesse demorado demais a conhecer, se não fosse por ele. Parece pouco ? Não pra quem conhece Updike, Vonnegut, Salinger, Poe, Sagan (o Carl, não a Françoise), Arthur Clarke, Asimov, Bradbury, Yourcenar, Lessing e tantos outros, estes sim amores verdadeiros e eternos. Eu sempre digo - e sustento - que só o humor salva, mas vou fazer um semi-adendo e dizer que a literatura também redime, quando não justifica inteiramente, uma existência. Aliás, acho que talvez seja por isso que eu vivo tentando empurrar nos outros meus autores, cineastas e músicos preferidos. É que, tirando amar loucamente o gatim, a Nina, minha família e uns amigos, eu também não sei se já fiz algo que justifique a minha. Aliás, quer me ajudar, leitor de blog ? Leia Joseph Campbell, Dorothy Parker, Douglas Adams, Ítalo Calvino, Tennessee Williams, Borges, a Fal ou mesmo o Neil Gaiman. Qualquer um. Por mim, vai. Só pra me ajudar...



Escrito por Cynthia às 18h40
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KURT, FRIEDRIECH UND DAS PFERD

 

Meu amado velhinho morto - sim, ele mesmo, o Kurt - tinha uma frase famosa (entre várias, porque além de grande ser humano e escritor, ele também era foda como frasista) que dizia que somos o que fingimos ser, portanto devemos tomar muito cuidado com o que fingimos. E o filósofo bigodudo favorito de 10 entre 10 universitários dizia algo parecido ao decretar que, quando você olha pra dentro do abismo, ele também olha pra dentro de você. Concordo com ambos faz tempo, mas só depois de uma conversa assustadora com um interlocutor inesperado, e que começou com uma piadinha que supúnhamos inócua e impossível de se levar a sério, eu - e gatim também, acho - entendi completamente, com clareza absoluta e incontornável o que eles queriam dizer. E pra ser clara (mas sem ser minuciosa, porque sei lá eu quem lê isso aqui, né) achei melhor unir as sábias palavras dos dois numa só frase, e adaptá-la para "Cuidado com o que finge ser, porque você pode ser percebido como igual por quem realmente é aquilo que você, ainda que somente por um minuto, fingiu ser"... ou, como a sabedoria popular já resumia com muito mais graça e concisão há séculos, "Quem fala demais dá bom dia a cavalo racista, homofóbico, machista ou pauperófobo". In a word... M - E - D - A !!!



Escrito por Cynthia às 15h47
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DIÁLOGOS BOBOS 2009 - PRIMEIRA EDIÇÃO

- ... e eles disseram que o filme fala, entre outras coisas, da infalibilidade papal.

- "Infalibilidade pa pau" pra mim é slogan de Viagra.

- Cê tá ficando mais anticlerical do que eu, hem ?

- Por que, só porque eu chamei o banco da igreja de Banco Lombrosiano ?


-... e no outdoor, além de guirlanda de lombo e lombo recheado, eles listavam "leitoa genérica", hahaha...

- Caraio, o que será uma leitoa genérica ?

- Sei não, mas sou capaz de apostar que não sobrou um vira-latas vivo na vizinhança... e se sobrou, tá com fobia de maçã...


- E a manicure de lá, é boa ?

- Ô. Tanto que tô até pensando em chamá-la pra sócia de uma empresa comigo. Eu entro com o estoque e ela com o trabalho.

- É mesmo ?! Salão ?

- Não, açougue. Já tenho até o nome : "Casa de Carnes Bifinhos da Cynthia".

(update :)

- Mas cê não falou que não tira a cutícula ? Como é que ela te tira bife ?

- Não mesmo. Com a lixa, uai. O contorno das minhas unhas fica com riozinhos de sangue...

- Mas aí não é bife.

- Tudo bem, tudo bem. Então "Casa de Carne Moída da Cynthia", tá bom procê ?


- Credo, será mesmo que o George Clooney encarou a (ugh) Paris Hilton ?

- Acho difícil, o cara parece ser inteligente. E tem um milhão de mulheres querendo dar pra ele, por que justo essa ?

- Ah, sei lá. Tem pau que é cego...



Escrito por Cynthia às 14h20
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