INGREIS PROCEIS

O povo surtou de vez. Agora inventaram um desodorante chamado nada mais nada menos que bí-O. Fui eu que bebi querosene ou o nome do troço anti-futum é quase que exatamente a pronúncia de B.O., expressão da língua inglesa que significa “body odor”, ou seja, o nosso velho e bom péssimo “cecê” ?! Poderia ser apenas uma coincidência infeliz, e passar batido por todo mundo, não fosse o Brasil a terra onde se “traduz” geek como nerd e billboard como outdoor, onde toda entrega é delivery, toda liquidação é sale e todo desconto é off, e reprises do Seinfeld passam todo santo dia na TV. Quer dizer então que, segundo os gênios do marketing nacional, tem horas em que todo brasileiro sabe inglês, tem horas em que nenhum sabe, né ? Sei. Agora só falta lançarem um creme dental chamado Cesspool.

 

 

Tem também uma barrinha de cereal cujo nome, na propaganda, só é falado pela locutorinha irritante como Puri*lev ou coisa assim. Mas a marca, bem grande, na embalagem da tal barrinha, que fica em quadro os 30 segundos inteiros, é “Bimbo” – outra palavra do inglês, que por falta de coisa melhor, ou de paciência pra buscá-la, traduzirei como “periguete” -. Quem diria, hem, que comer uma bimbo – ou, em bom português, dar uma bimbada – fosse algo tão saudável e hipocalórico... o pior é que, logo que vi o comercial, na hora já imaginei toda uma campanha calcada em celebrid-argh-des (perdão, é que essa palavra sempre me dá engulhos) como o velho Hef, Donald Trump e seu genérico nacional, entre outros, dando seu testemunho como grandes, antigos (e bota antigo nisso) e satisfeitos comedores de bimbos.

 

 

Ainda falando em nomes em ingreis pra produtos brasileiros, acho que vou escrever pro pessoal da Sky dizendo que, já que eles aparentemente não podem fazer nada a respeito da estabilidade do sinal à menor ameaça de chuva, que pelo menos mudem logo o nome da empresa, pra Clear Sky, Open Sky ou Blue Sky. Pelo menos assim já fica evidente até pro mais incauto dos consumidores que, não importa o quanto ele pague, sua TV por assinatura só funcionará sob céu de brigadeiro.

 



Escrito por Cynthia às 15h28
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MORTICIA ADDAMS AT YOUR (FUNERAL) SERVICE

ou THE JOYS OF - LATE BLOOMING - MULHERZICE©

ou ainda ZEFA DA CRIPTA, MUITO PRAZER

 

 

A Vera falou (obrigada, Vera !), eu acreditei e embarquei : unhas de porcelana, aplicadas/moldadas sobre as naturais e esculpidas são a solução pra quem tem unhas que se quebram/lascam/rasgam/descamam com facilidade. Assim, engoli minha antipatia por salões de beleza, minha profunda aversão a lixas de qualquer espécie e, 3 horas, milhões de lixadas (arrrggghhh) e cerca de 100 reais depois, saí do salão com a mandíbula travada, mas também com unhas enormes (o ditadozinho “quem nunca comeu melado... etc.” se aplica, sim), duras que nem pregos e, obviamente, escarlates e brilhantes feito maçãs do amor. Gatim adorou, eu mesma estou achando divertido e me sentindo fuderosa, mas ao mesmo tempo, depois de passado diminuído o encantamento inicial, me descobri praticamente inválida. Ontem, o primeiro dia, até conseguia tirar o jeans sozinha, mas pra fechar o zíper sem estragar my precioussss nails na hora de colocá-lo de volta, precisei contar com a ajuda e a boa vontade do meu bem. Mais tarde ainda, antes do gatim chegar em casa, o zíper só subiu com o auxílio luxuoso de uma pinça. Bom, pelo menos pra alguma coisa ela tinha que servir mesmo (porque nas minhas parcas sobrancelhas ninguém trisca !). Digitar no computador e no celular, ligar e desligar o alarme do carro e prender o cabelo se tornaram desafios sérios, e passei o dia todo pensando que deve ser assim que se sente um homem bêbado, sem seus óculos de corrigir presbiopia e usando luvas de boxe ao tentar enfiar linha numa agulha daquelas de pregar botão em roupinha de bebê o Zé do Caixão o tempo todo. Hoje já estou – pouquinha coisa – mais acostumada às minhas novas e rubras garras, mas por via das dúvidas, vim trabalhar de vestido. Porque algo me diz que poderia não ser muito bom pra minha já combalida imagem laboral se eu tivesse que, depois de um xixizinho amigo, sair no corredor com a calça aberta e perguntando a quem passasse se podia “me dar uma ajudinha aqui”...

 



Escrito por Cynthia às 13h17
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PALAVRAS, PALAVRAS, PALAVRAS

Tô meio incomodada até hoje por ter usado a palavra “orgulho” com relação ao gatim no post abaixo. É que eu sou excessivamente literal, sempre fui. Como não sou exatamente burra, eu sei que os idiomas são vivos, que as palavras vão tomando o uso que as pessoas dão a elas com o tempo e não retêm necessariamente seu sentido original, mas como amo palavras (e pra mim, quem ama pelo menos tenta entender o objeto de sua afeição) e sempre fui rata de dicionário, vivo estranhando os significados que a plebe ignara (hohoho) e o patriciado estulto (hehehe) dão às pobres palavrinhas.

Por exemplo, pra mim “medíocre” é mediano, não ruim; “sofrível” é ruim, mas suportável, e não péssimo; “tosco” é mal-acabado, rústico, AINDA não refinado, e não necessariamente horrível; “literalmente” significa exatamente, ao pé da letra, e não “completamente”. Mas tem outras que me incomodam mais, e que nem dependem de dicionarização ou costume : são palavras às quais eu dei sentido, história e personalidade, e me agarro a elas, esteja ou não correta. Por exemplo, posso até brincar que estou com inveja de alguma pessoa querida quando ela vai fazer algo legal, mas nunca falaria (ou sentiria) isso a sério, porque pra mim, “inveja boa” é uma contradição em termos – se você quer ter o mesmo que o outro tem, você tem admiração ou cobiça : inveja é uma mistura de sentimento de inferioridade com ódio, é não querer que o outro tenha algo, mesmo que você também não queira aquilo – e “orgulho” é algo que implica (no sentido de ter implícito, e não de ter implicância com)  em algum tipo de mérito (por isso, a mãe do gatim até pode está habilitada a ter orgulho dele, já euzinha, nem tanto...). Tipo, entendo que alguém possa ser “metido(a)” por ser, sei lá, bonito(a), alto(a) ou ter olhos azuis, mas a menos que a pessoa tenha inventado uma máquina do tempo, ido ao passado e manipulado os próprios genes, não dá pra se ter orgulho de características inatas e completamente fortuitas.

Entendo – e concordo – que uma pessoa possa estar satisfeita, em paz e feliz da vida pelo acaso de ter nascido mulher, ou índia, ou baiana, ou travesti-hetero-sadomasô -, mas como assim ter orgulho ? Afinal, que responsabilidade - ou participação consciente - ela teve nisso ? Por isso sempre estranhei frasezinhas como “orgulho de ser brasileiro” - ou gay, ou mulher, ou negro ou o que quer que seja. A menos que a pessoa em questão tenha nascido americana ou tailandesa, hetero ou anjo, homem (ou... homem !), branca ou amarela e se tornado o oposto por decisão, vontade e esforço próprios, não vejo como encaixar “orgulho” aí. Até porque, no fundo, esse tipo de coisa é profundamente paternalista – e burra. É como a ministra aquela (alguém se lembra ?) que uma vez disse que negro ser racista contra branco era normal e até, de certa forma, correto, porque o contrário aconteceu (e acontece, eu sei, eu sei, EU SEI) durante muito tempo demais da conta. E a boba aqui pensando que o ideal era passar, reforçar e martelar até que penetrasse mesmo nos paquicéfalos mais espessos a mensagem de que todo mundo a princípio é igual e que ninguém é pior NEM MELHOR do que ninguém por causa de características e contingências alheias à sua vontade. Mas ah, isso dá trabalho demais. Pra que isso se a gente pode simplesmente pegar uma idéia idiota e inverter o sinal dela ? Claro, é muito mais negócio, muito mais fácil justificar um erro com outro, corrigir uma besteira com uma cagada, por que não ? Tem funcionado tão bem, né ?

Sei não, mas eu acho que nada como o teste dos pesos e medidas iguais pra se revelar a sabedoria ou a imbecilidade de um hábito, modismo ou comportamento. Pensem em como seria absolutamente ridículo – ou perigoso – se a moda de se orgulhar por características absolutamente aleatórias pegasse, e as pessoas começassem a fazer passeatas do orgulho hetero, a portar cartazes com os dizeres “oRjuLio Di se haNaufAbEtu”, a usar camisetas dizendo “Sou homem e me orgulho disso”, a se reunir em grupinhos de “Orgulho branco” ou a fundar partidos baseados na pureza da própria raça e disparar a cantar, por exemplo, “Alemanha acima de tudo”. Epa, peraí, parece que essa já aconteceu, não ? Acho que nem faz tanto tempo assim. E se não me engano, não acabou nada bem...

 

                                                  YEAH !!



Escrito por Cynthia às 10h46
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MY PRIDE AND JOY

A revista Época desta semana fez uma listinha com os 80 blogs – 50 nacionais, 10 da casa e 20 internacionais - que "não se pode perder". Claro, óbvio, evidente, que assim como em qualquer outra lista desse tipo, ela também tem ausências absurdas, presenças inexplicáveis, falhas indiscutíveis, gritantes, imperdoáveis. Mas pelo menos ao eleger um deles eu acho que eles acertaram na cabeça, a centena e o milhar. Ai ! Posso me orgulhar ?



Escrito por Cynthia às 00h30
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JE HABLO BLOGUESE MIT ACCENTO GOIANUM

Meus pais, igual à maioria dos (se não todos os) goianos, têm raízes rurais. Os dois - e todos os seus muitos irmãos - nasceram no interior, foram pobres-pobres-pobres de marré-marré-marré, e  ainda assim, tiveram muito mais estudo e oportunidades que seus pais.  Mas uma coisa que sempre fizeram - e ainda fazem, sem nem sentir - e que me fascina profundamente, desde criança, é que quando se reúnem, voltam imediatamente ao jeito de falar daquele tempo em que só tinham - quando muito - dois pares de sapatos, que passavam de pé em pé dos irmãos mais velhos para os mais novos; em que pediam a “bença” aos pais e avós e dividiam um quarto  ou um beliche entre cada quatro ou mais crianças. Nessas horas, eu sempre gostei de ficar calada, só ouvindo as histórias e saboreando essa regressão de todos ao dialeto (e à dinâmica) familiar. Adoro ver como meu tio materno mais velho, por exemplo, que foi seminarista (e aprendeu grego, latim e francês, entre vááárias outras coisas) e hoje é médico, passa a falar "carça" e "armoço" com a maior naturalidade, e às vezes ainda encaixa um "nóis foi" num relato, coisa que, tenho certeza, jamais faz quando conversa com colegas ou pacientes. Não sei a razão, não sei nem mesmo se algum deles já reparou nisso ou se tem alguma explicação para o fenômeno. Mas tenho notado, com enorme prazer, que “minha turma” na internet (pessoas que normalmente não me conhecem ao vivo, e às vezes, nem virtualmente – algumas por não fazerem mesmo muita questão, outras porque nem sabem que eu existo : não sei se já disse isto aqui, mas eu sou ferozmente tímida e tenho absoluto pavor de impor minha presença a qualquer pessoa que não a deseje declarada e descaradamente, de preferência por escrito e em 3 vias, com firma reconhecida e um coraçãozim desenhado no canto da minha cópia), ou seja, pessoas que eu leio e/ou que me lêem, com quem eu às vezes troco um e-mail, um comentário ou uns papos por msn, também vem desenvolvendo um pídgin próprio, que mistura gírias, sotaques e jeitos de falar – eu sei que é por escrito, mas isto também faz parte do nosso dialeto :  escrevemos como  falamos – do Rio, São Paulo, Pernambuco, Porto Alegre, Goiás & Minas (deixei os dois juntos com esse trem no mei porque a gente fala igualzim, uai.), Paraná e Bahia com termos em francês, frases em  inglês, citações – certas ou erradas, não vem ao caso – em latim, neologismos, bordões de programas televisivos de outrora, palavrinhas antiquadas, pernósticas, moderninhas, propositalmente soletradas do jeito errado, barbarismos, piadas internas, fofurinhas e terms of endearment dos mais bobos e doces que existem. Nesse nosso mundinho, ninguém tira onda de gostoso ou tenta rebaixar os outros por causa de seu lugar de nascimento e/ou moradia, a não ser de brincadeira, e assim como acontece nas amizades ao vivo, um vai pegando as manias e cacoetes dos outros e espalhando, até que ninguém mais saiba quem foi que começou a falar/escrever, por exemplo, cerumano (mas eu acho que foi a Fal), vivente (a Ticcia, a Belly, quem foi ?), a dizer que acordou louca da b*ceta (Dra. Cris, claro), que quer mandar alguém tomar no cool (Cam) ou a botar nariz de bolinha nos emoticons (yours truly). Claro que uns implicam com certos termos – eu ODEIO “quão” de todo coração, tem gente que não gosta de “quiçá”, tem quem implique com o anglicismo intermitente de algumas de nós - , mas todo mundo se entende, se aceita e vai, lindamente, fofamente, criando uma língua franca, um sub-brasileirês-blogueiro-mulèzinha que (pelo menos pra mim) tem o mesmo encanto irresistível dos créditos finais de filme americano, com aquela mistureba de nomes poloneses, alemães, franceses, irlandeses, árabes, judeus, armênios, turcos, japoneses, coreanos, chineses, russos, dinamarqueses, hispânicos de todos os quadrantes, italianos, africanos, brasileiros e o cazzo a quattro, comprovando que, seja o filme bom ou ruim, pelo menos durante algumas semanas ou meses, uma quantidade significativa de seres humanos de diferentes etnias, culturas e crenças conseguiu deixar de ser babaca e conviver em paz – ou em conflitos leves e criativos – o suficiente pra criar algo juntos. Assim como a Fal disse recentemente, numa entrevista para uma jornalista que não me pareceu merecer o privilégio, eu também me orgulho de pertencer a esta geração, que faz da internet e dos blogs seu salão literário, sua janela de cortiço, sua mesa de boteco, sua cozinha pra fofocar e tomar café com as amigas, e que soube criar uma língua em que todos nos reconhecemos, nos sentimos em casa, em família, amparados. Uma língua que canta e que, como queria Drummond, fala como dois olhos. Um idioma no qual, assim como muito do que se diz em família, às vezes o que se diz é menos importante do que como.

 

 

Sempre cabe mais um...



Escrito por Cynthia às 22h39
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BILLARD MACHT FREI

Desde que voltei de Karmas, andei brincando com duas coisas que eu adoro, mas que não fazia há tempos – uma há 9 anos, a outra há uns dois meses. (Pausa dramática procês pensarem um montão de bobagem.) As brincadeiras foram ótimas, mas me deixaram com bolhinhas nas mãos, que depois romperam e descascaram. Aí tava pensando que, tivesse eu tempo e dinheiro, transformaria esses pontinhos descascadinhos nas pontas dos dedos da mão esquerda e no alto da palma da direita em verdadeiros, grosseiros e bem nutridos calos. Aliás, acho que se eu pudesse, e se o meu dinheiro desse, eu não ia trabalhar mais, e seria assim que iria passar meus dias (ou melhor, minhas noites, já que os dias eu ia passar dormindo.) : criando calos nas mãos de tanto tocar violão (pessimamente) e jogar sinuca (a cada dia melhor, perguntem ao – cada vez mais freqüentemente surrado - gatim). Cês acham que eu tô brincando, que não dou conta de ficar à toa e que o trabalho dignifica a mulher ? Heh. Deixa a Mega-Sena acumulada sair pra mim pra vocês verem.



Escrito por Cynthia às 13h24
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