SÃO OS DIÁLOGOS BOBOS FECHANDO O MÊS DE CÃO...

Cynthia diz:

Gatim, aceita aí o endereço novo do Léo no msn que ele apagou o véio por causa de vírus.

Cynthia diz:

O novo é xxxxxxxx@hotmail.com

Cynthia diz:

hehehe, fui ler o que escrevi e ficou parecendo que o bicho matou um idoso só porque o coitado tava gripado, né ?

 


Cynthia diz:

...e aí fiquei assim, super noiada. Cê acha que tem motivo pra isso ?

Gatim diz:

Hmmm. Sei não.

Cynthia diz:

Eu só sei que tô com o coo na mão. e o coração na garganta. e o saco na lua. eu sou praticamente um quadro ambulante do Picasso.

 


Gatim diz:

De qualquer maneira era um filmaço, e aí assisti até o fim. Nunca tinha ouvido falar dele. "Winchester 43".

Cynthia diz:

Nenheu

Gatim diz:

Ah, e nesse faroeste o Rock Hudson fazia papel de índio! Pra mim o único índio que ele toparia fazer era o Touro Sentado. Na cobra!

Cynthia diz:

   HAHAHAHAHA, sua beeeeeeeeesta...

 


Cynthia diz:

Só você mesmo pra lembrar do nome do ator que fazia o avô dos Waltons... quer dizer, eu lembro do nome da mãe, mas só porque era muito esquisito. “Miguel Aprendeu” !

Gatim diz:

Pois é. Faltava ela chamar Michael Learned e a irmã dela Scott Didn't.

Cynthia diz:

hehehehehe...

 


 

Cynthia diz:

I looooooooooooooooooooooooooooove you like crazy

Cynthia diz:

tu me rends fou d'amour.

Gatim diz:

Me toooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

Gatim diz:

   Toi aussi

Cynthia diz:

Na verdade era folle, mas aí num rima...

Gatim diz:

Nem sai de cima!

Cynthia diz:

hehehehe...

Cynthia diz:

mas você é fou, eu sou folle.

Cynthia diz:

Mas eu tô sempre fu, então acho que vale.

Gatim diz:

Eu sou fou, você é folle, e quando falo com tu, ela não fica mole.

Cynthia diz:

  Hahahahahaha...

 


Cynthia diz:

... é que o Xxxxxx me levou prum programa de índio, e aí quando resolveu me liberar eu tive que esperar uma meia hora pra alguém ir me buscar...

Gatim diz:

Ah, tá, hehehehehe

Cynthia diz:

e bom que enquanto eu tava lá tive uma pequena crise de identidade/consciência, mas aí racionalizei e fiz as pazes cueu mesma

Gatim diz:

Uia. Tipo...?

Cynthia diz:

Primeiro eu pensei "Puta que pariu, eu sou uma esnobe nojenta. Acabo de descobrir que odeio pobre". Depois eu me lembrei de como me senti na festa da Xxxxx, com aqueles colunáveis chiquérrimos todos, e do julgamento do Profs do Ano, com aqueles "criativos descolados" todos, e aí relaxei. Não é que eu odeie pobre. Eu odeio é gente em geral.

Gatim diz:

Hahahahahahaha. That's the point.

Cynthia diz:

Sou mesmo uma mulher sem preconceitos, hahahaha...



Escrito por Cynthia às 16h07
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...E A LUZ SE FEZ

Acho que descobri uma maneira de me conformar (heh) e tentar até ficar contentinha (hah) com a forma com que meu trabalho (e eu) é (somos) tão freqüentemente visto(s) e tratado(s)  - o que até acontece em Boiânia também, mas por aqui é com força extra-turbo-mega-power. Basta eu tentar me convencer de que, como publicitária, criadora e redatora, e eu até poderia achar que estou ganhando pouco, pastando muito e não sendo especialmente respeitada... mas como digitadora datilógrafa eu tô ar-ra-san-do no contra-cheque. Será que funciona ?



Escrito por Cynthia às 07h47
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STARTING OVER

Acho que estou vivendo uma segunda adolescência. Aliás, se considerarmos que minha primeira foi tão tranqüila (pros outros, não pra mim) que praticamente não existiu, melhor dizer “uma adolescência tardia”. Não em termos de mudanças corporais – meu corpitcho está gordo, mole e cheio de dores já faz tempo, e não acho que vá mudar tão cedo – ou de personalidade, nem mesmo de espinhas ou variações hormonais (até porque, desde a cirurgia, meus hormônios vêm numa caixinha de remédio e não flutuam muito). É mais uma coisa mental, mesmo, principalmente no que se refere a trabalho. Eu estou novamente naquela terra-de-ninguém em que acho a criação feita por “jovens” muito auto-referente, engraçadinha só pra tchurma, tediosa quando se acha atrevida e boba quando se quer inovadora, mas também vejo as certezas absolutas dos velhos – leia-se “qualquer pessoa com dez anos a mais que eu” -, suas fórmulas consagradas (e a propriedade registrada em cartório, com três vias, provando que Toda a Verdade Universal pertence a eles, para sempre amém) como a truckload of BS. E o pior é que, assim como acontece com os adolescentes, ninguém me dá moral, uns e outros me acham chata e errada, eu não me encaixo em lugar nenhum, tenho zilhões de complexos e inseguranças, sinto vontade de rir e de chorar várias vezes por dia, com quase tudo o que me dizem, mas ainda assim... eu continuo achando que estou certa. E o pior é que eu SEI que o tempo não cura e que casar não sara. Tsc.



Escrito por Cynthia às 08h04
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DE PROFUNDIS

Faz pelo menos uns dez anos que eu não assisto a nada na TV aberta, então cês imaginem meu susto ao ligar a TV da pensão do hotel e ver ninguém mais, ninguém menos, que a Cráudia Arraia de Tonhão. Pô, se eu soubesse que TV Pirata ainda tava no ar, teria ligado antes.

 


 

A senhorinha dona do hotel é uma doçura, apesar dos (muitos) defeitos de sua administração. Nem sempre tem xícaras – ou leite – ou suco – ou copos – no café da manhã, mas ela é superfofa, simpática, trabalhadora e faz o que pode pra nos deixar confortáveis. Já o marido dela é a pessoa mais cansada que eu já vi na vida. Procês terem uma idéia, normalmente ele nem consegue abotoar os últimos 3 ou 4 botões da camisa. Pelo menos ele começa pelos de baixo (e usa a camisa pra fora), do contrário estaríamos arriscadas a saber, ao vivo, se ele tem ou não energia pra fechar o zíper da bermuda também. Estou aqui há 20 dias e a coisa mais próxima de trabalho que eu já o vi fazer foi regar umas plantas no quintal. É claro que, depois disso, ele não se levantou do sofá na recepção o resto do dia. Ainda bem, porque senão poderia acabar sendo atropelado ou coisa parecida. Afinal, sonambulismo é uma coisa arriscada, né ?

 


 

Eu estava morrendo de medo de acabar tendo que dividir o quarto com alguma maluca filha única e mimada de mãe velha e rica, mas a minha roomie acabou sendo melhor que a encomenda : tranqüila, educadíssima e supergentil, tanto que nossa diferença em gostos musicais e televisivos não tem sido o menor problema. Acho que ela também ficou aliviada comigo. Enfim, parece que demos certo, tanto que resolvemos dividir o aluguel de um carro pra não dependermos dos da empresa, que são como a felicidade naquele poeminha antigo : nunca os pomos onde estamos, nunca estamos onde os pomos. O único problema é que eu não sei dirigir (sem falar que minha CNH venceu hoje) na cidade, nem andar por aqui, então acabo dependendo dela pra tudo. Na verdade, este não é o único problema, tem mais um : o aluguel do carro nós pagaremos de qualquer forma, mas a nossa grana ainda não apareceu (nem mandou lembranças).

 


 

Como “minha” sala na produtora foi transformada em comitê, fui remanejada pra uma sala bem menor, mas com ar condicionado mais potente e coleguinhas mais calados (graças a Zeus - e à Hera, a patroa de verdade daquele boteco olímpico lá.). É claro que outras pessoas continuam entrando com alguma freqüência e berrando com gosto aqui também – normalmente, só pra olhar em volta e me perguntar se fulano(a) não está aqui (em forma invisível, quem sabe, né ?). Às vezes eu só olho embaixo da mesa e faço cara de “sorry, he can’t be reached right now”, mas normalmente sorrio como a boa moça que não sou e digo que não -, mas é bem menos que antes. Além do mais, nesta nova sala a única mulher sou eu, e como eu já comentei por aqui antes, podem me chamar de machista, mas não tem nada mais irritante do que voz feminina, principalmente quando sem controle de volume e carregada de adrenalina excessiva, 24/7.

 


 

Sim, leste-o bem, ó caro(a) amigo(a). Aqui não tem sábado, domingo nem dia santo. Enquanto houver trabalho (e sempre há), yours truly estará aqui, alegremente (quem eu penso que engano, né ?) digitando, cortando e recortando seus textos, mudando tudo o que já estava pronto e aprovado e trocando “tem” por “há” e “6” por “meia-dúzia” váááárias vezes por dia. O que não deixa de ser melhor do que ficar fechada no quarto assistindo à TV aberta – e descobrindo que não, TV Pirata NÃO está mais no ar – ou rodando pela cidade em busca do que fazer.

 


 

O fofo que me chama (e a todas as outras mulheres do prédio) de “Gracinha”, “Menina” e “Linda” (Zeus e Hera abençoem sua miopia, amém - como será “amém” em grego, hem ?) nos arrumou vários CDs com filmes, pra eu e a roomie assistirmos no nosso parco tempo livre. Infelizmente, os melhores eu já vi em Boiânia, e os que eu ainda não vi não são os melhores. Mas eu sei muito bem o quanto a gentileza verdadeira é rara, e sou muito grata a ele.

 


 

Sim, já ganhei fama de chata, enjoada (e até de manhosa, ora vejam) por aqui também. Provavelmente eu deveria me envergonhar disso, mas como já notei que estas palavras são sempre usadas pra quem sabe fazer seu trabalho, é perfeccionista e exige respeito – tanto profissional quanto pessoal -, quase chego a ter um certo orgulho. Quase.

 


 

Coisa boa é ter raízes nordestinas. Aqui tem uma tal paçoca – que não, caros paulistas, gaúchos e mineiros, NÃO é de amendoim : é uma farofa feita com farinha de mandioca temperada e pedacinhos de carne seca (e no meu tipo preferido, com muita pimenta também)  desfiada no pilão, que eu acho absolutamente deliciosa e que dura muito, sem precisar de geladeira. O que é melhor ainda se você considerar que, na pensão no nosso hotel, quando você sai do quarto TODOS os aparelhos elétricos - inclusive o frigobar, recheado com tudo o que você comprou para suprir as falhas no cardápio da pensão do dito hotel – é desligado. Só quem volta pro hotel no fim de um dia de cão, sonhando com um picolé diet de maracujá e encontra um saquinho de suco ligeiramente frio no congelador sabe o valor de uma boa paçoca.

 


 

Aliás, como os horários de refeições são meio maleáveis, mas meu estômago não, aproveitei pra botar um potinho com paçoca e colher de plástico na minha imensa bolsa. É isso aí. Se a cidade não fosse tão quente, eu teria finalmente me transformado numa bóia-fria.

 


 

Quem me vê reclamando assim acha que tá tudo horrível, né ? Tá não, crianças, don’t worry. Cês sabem que escritores – ainda que menores, minúsculos, microscópicos, como os publicitários e os blogueiros, hohoho – seeeempre exageram um pouco, pra realidade ficar mais interessante e colorida. A verdade verdadeira é que, enquanto houver ar condicionado, carros e internet, a única coisa que me mata mesmo por aqui é a saudade do meu gatim. Sniff.

  



Escrito por Cynthia às 13h00
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SHINING

All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes Cynthia a dull girl All work and no play makes

Ahrrm... eu tava pensando... será que tem uma boa loja de facas & machados aqui em Karmas ?



Escrito por Cynthia às 14h08
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SIGN O' TIMES

Os mais velhos devem se lembrar dos bons e velhos produtos imaginários, um farmacêutico, o outro eletrônico, chamados, respectivamente, Simancol e Desconfiômetro. Já faz tempo que não ouço falar deles, apesar de sentir cada vez mais sua falta – nos outros, porque eu mesma ainda tenho estoques mais do que suficientes pra durar a vida inteira e mais seis meses. Mas quanto mais eu sou obrigada a conviver com muito mais (mas MUITO mais) gente do que gostaria, mais eu percebo a razão do desaparecimento dos produtos nas conversas e no uso diário do grosso (com trocadilho) da população – e, claro, mais entendo a subseqüente falência das fábricas das ditas mercadorias. Foi por pura falta de procura. Aiai.



Escrito por Cynthia às 15h55
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VIM, VI... E VOLTEI

Estive em Boiânia no finde. Fui matar saudades do meu povo, do meu gatim e da minha gata, mas já estou de volta a Karmas, pagando meu idem (- s). Resumão :

 

Na ida, descobri que o pôr-da-lua, grandona e alaranjada, flutuando num pentagrama de cores que vão do azul-Caetano (“quase inexistente azul que não há / azul que é pura memória de algum lugar”) ao azul-cobalto, passando por roxo, vermelho e laranja, antes de virar uma gema de ovo caipira sendo frita e devorada pelo horizonte, é muito mais lindo que qualquer pôr-do-sol, e se eu estivesse voltando e não indo home, where my heart is, perigava até chorar.

 

Boiânia está mais quente que Karmas. Talvez porque, em Karmas, as pessoas já contem com o exagero de calor que faz e se previnam colocando condicionadores de ar em todo lugar. Ou seja, o pessimismo e a prevenção são, sim, coisas boas. O pessimista se cuida e fica fresquinho e comfy, enquanto o idiota do otimista sai na rua quase pelado, expondo banhas ao ridículo e pele ao melanoma... e ainda continua morrendo de calor.

 

Eu não quis deixar o gatim avisar a irmã dele de que eu iria para a festa de aniversário (40 !!) dela. Claro que com isso perdi os chocolatinhos diet que ela teria feito especialmente pra mim, mas ganhei o grito mais legal do mundo quando cheguei de surpresa. Sua cunhada grita  - de alegria, é bom dizer - quando te vê ? A minha grita !

 

Também foi o aniversário do meu sobrinho mais velho no sábado. Sim, ele faz aniversário no mesmo dia que a Madonna, mas felizmente, a personalidade dele é bem diferente da de sua coleguinha de signo. Pelo menos por enquanto, ele ainda não tem nem a metade da idade, do narcisismo e nem dos bíceps dela. Tomara que continue assim. Se bem que, pensando bem, se ele tivesse pelo menos metade da metade da metade da metade do patrimônio da parruda cinqüentona, até que não seria de todo mau.

 

Visitei minha avó, e, como sempre, fiquei encantada com a beleza, a saúde e a disposição dela. E arrasada com a obviedade do fato de que eu, com 46 anos a menos, estou em muito pior forma física. Snif.

 

Vocês sabiam que é possível uma poltrona de avião ter chulé ? Sim, chulé. Ardido, azedo, fermentado, de envergonhar queijo Limburger, cês sabiam ? Eu não. Fui descobrir ao ter que ocupar uma poltrona assim aromatizada no vôo de volta, no trecho BSB/PMW. Como Zeus não só é sacana como também metido a humorista, ainda botou atrás de mim (epa !!) um moleque chato e altissonante, que não parava de chutar as costas da minha poltrona. Porque uma hora sem respirar fica melhor ainda quando, ainda por cima, você precisa se segurar pra não falar uma coisinha ou duas pra um moleque mal-educado e pra puta que o pariu sua sereníssima – ou retardadíssima, sei lá - genitora.

 

O livro sobre Jung, que eu havia comprado de última hora, no aeroporto, na vinda, foi abandonado na página 12 por absoluta incapacidade da minha parte em agüentar a péssima tradução e a revisão porca – entre outras pérolas de igual teor, tinha um “assUar o nariz”. Em compensação, o do Contardo Calligaris, que comecei a ler logo antes da decolagem, na volta, já foi devorado até a metade. Nem sei do que gosto mais : dos textos em si ou das palavras, às vezes meio estranhas, que denunciam o gringo mesmo depois de anos e anos de Brasil. É tipo, sei lá, feijão com orégano. Meio estranho no começo, mas se você reparar bem, muito gostoso. A crônica sobre temperamento solitário é sensacional : me deu vontade de imprimir às dúzias e distribuir por aí.

 

Saudades de ruas sinalizadas, de geladeira grande, de chuveiro com box, de bancada de pia com espaço  - para creminhos, perfuminhos, bijuterias e tranqueiras variadas - temporariamente matadas. Saudades dos meus amigos (que não pude encontrar) cada vez mais gordas e saudáveis. Saudades do meu bem e da minha filhotinha orelhuda só mal feridas. E cês sabem o que acontece quando se machuca um bicho grande e feroz, né ?



Escrito por Cynthia às 12h02
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DIÁLOGOS BOBOS - EDIÇÃO PARALELO 13

Cynthia diz:

Hehehe, Zeus abençoe a revisão e a trevisão. Eu já ia liberando um texto aqui falando que o candidato era "a cara de palmas"... aí me toquei de que ia soar como "cara de pau, mas..."

Gatim diz:

Hahahahahaha. Há que atentar pra eufonia, always...

Gatim diz:

Ele á a cara de Palmas: bonitão

Gatim diz:

Cara de pau, mas bonitão.

Cynthia diz:

Aliás, puta que pariu, eu não me acostumei ainda com tanta belezura em político. É impressionante como ele é lindo. A cunha ia ter, hã, hum, digamos... desmaios múltiplos olhando as cenas do gatón na ilha de edição, hahahaha...

 

 


 

 Gatim diz:

E continua a bobagem : a maioria esmagadora de pessoas que vêm ao meu blog tá atrás de "transa na praia" e "piadas da lei seca"...

Cynthia diz:

Pior é a memória de sites visitados do notebook “da empresa” que eu tô usando : só dá pornotube, revista sexy, mulher melancia e outras punhetices. Se eu tivesse útero teria medo de engravidar só de tocar nesse teclado, hahahaha...

Gatim diz:

    Hahahahahahahahaha

 

 


 

Cynthia diz:

Hehehe, adoro trabalhar com gente mais velha que eu. O Xxxxxxx acaba de me dizer que eu sou uma gracinha de menina. Não sei do que eu gostei mais, do “gracinha” ou do “menina”, hehehehe...

Gatim diz:

But you are, sugarbabe.

Cynthia diz:

Ah, é... os meus cabelos brancos que o digam.

Gatim diz:

Mas fala pra esse véio assanhado que essa gracinha de menina tem uma gracinha de marido.

Cynthia diz:

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA



Escrito por Cynthia às 08h17
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STEAMING

Este post foi retirado pela autora, num momento de covardia e paranóia. Mas eu guardei, com comentários e tudo, e talvez o coloque de volta aqui quando minhas férias em Karmas acabarem... desculpem a falta de coragem, meninos, e obrigadíssima por todos os comentários. And now, for something completely different...



Escrito por Cynthia às 16h27
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SAY WHA...?

Vi o tal carrinho na rua e minha câmera não estava à mão, mas vocês têm que acreditar. E se puderem, me ajudem a elucubrar - é com U mesmo, podem ver no dicionário - sobre o que será que faz uma pessoa, em sã consciência, com capacidade mental suficiente pra abrir uma empresa (não deu tempo de ver o ramo de atividade, mas era uma empresa – portuguesa, com certeza ?) e pra ganhar dinheiro bastante pra pelo menos comprar um carro pra ela, a botar na pobre firma um nome como RETAL ?!



Escrito por Cynthia às 09h01
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RESPONDA DEPRESSA :

Se um rapaz homem que de repente pode até ter 28 anos, mas cuja cara não tem um minuto menos do que 35, resolve me paternalizar e me "ensinar" a usar o Google como se eu tivesse morado embaixo de uma pedra a vida inteira e nunca tivesse ouvido falar em tal “entidade”, isso significa que :

 

a)    Ele me achou com cara de véia acabada acredita que eu sou uma macróbia eremita de 498 anos de idade;

b)    Ele me achou com cara de burra;

c)     Ele pensa que as mudernidades tequinológicas comuns em Palmas ainda não chegaram a Boiânia ou

d)    Todas as alternativas acima ?

 

Olhei no espelho hoje de manhã e apostei na alternativa A, oh céus. Estranhei, porque em casa eu não sou amarrotada desse tanto não. Se não for efeito temporário da secura, do calor e da cama estranha, periga eu ter que gastar todo o dindim ganho na campanha pra plastificar e botocar minha cara todinha quando voltar, hahahaha...



Escrito por Cynthia às 12h26
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PALMAS PRA MIM

Calor, calor, calor. Mas as pessoas são, como em qualquer outro lugar, simpáticas e antipáticas, inteligentes e burras, solícitas e grossas. O melhor é que, de modo geral, tem muito mais gente legal, competente (aleluia, aleluia, ale-luuuuia), inteligente e divertida do que o contrário. O hotel é simples, as lojas são simples, os restaurantes idem, mas eu não sou tão fresca assim, e se houvesse um jeito de acender uma vela sem aumentar o calor, juro que eu acenderia uma todo dia pela salvação eterna e a canonização imediata do inventor do ar condicionado – que por aqui, mesmo ligado no talo, só faz transformar o calor10 em calor2. O trabalho pra valer ainda não começou, mas estamos naquela fase interessante, excitante e emocionante de afinar os instrumentos, afiar as lâminas, esquentar os motores e os tamborins, fazer os esboços, traçar os rumos (insira aqui a metáfora de sua preferência), e quem trabalha com criação em esquema comercial (ou seja, com patrão e cliente pagantes - ergo mandantes) sabe que esta é a melhor fase, quando não a única boa de verdade, de qualquer projeto. Quando o bicho começar a pegar pra valer, nem sei se terei tempo de atualizar o blog ou ler os meus preferidos com freqüência, até porque a rede wireless aqui é igualzinha aos “craques” do futebol nacional: instável, temperamental e só funciona quando quer. Fora a saudade do gatim, da minha gata, da minha mulher, da bancada da pia, do box e da absoluta privacidade do meu banheiro, da minha cama e, aiai, do meu travesseiro, estou bem, e ainda não precisei invocar o mantra “eu-só-vim-por-causa-do-dindim”, mas isso pode mudar a qualquer momento. Por enquanto, me desejem sorte e, se alguma boa alma puder, me diga como você faz pra não enfiar os dedões a toda hora naquele retangulozinho que substitui o mouse no notebook e f**er todo o texto que vinha escrevendo até então. Eu sei, eu sei (não sou tão burra assim) que a melhor solução é acoplar um mouse de verdade ao “lepidóptero”, mas já pedi isso várias vezes à coordenadora geral (um doce de pessoa, competente e gentil de verdade), mas ela ainda não teve como e tem zilhões de coisas mais importantes pra fazer, e além do mais eu não quero ser mais pentelha do que o absolutamente indispensável, portanto... ah, sejam bonzinhos e também não sugiram a remoção cirúrgica dos meus polegares opositores, até porque eu vou precisar deles pra dar espaço de quando em quando, ou até, como sugeriu meu goodfella Artur em comentários no post abaixo, para utilizá-los em práticas enigmáticas, escatológicas e outros adjetivos tão proparoxítonos e assustadores quanto.



Escrito por Cynthia às 15h23
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PUT YOUR MONEY WHERE MY MOUTH IS

Cês lembram quando eu disse que não trabalharia com nem assistiria a programa político nenhum, nem que me pagassem ? É, bom, hum, er... aparentemente eu menti. Mas pô, como diria o Maluf (naaaaaaada a ver, hem ?), eu não tenho culpa de nada. Quem mandou alguém pagar pra ver, né ?



Escrito por Cynthia às 17h22
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