SÓ PRA MUDAR DE POST

Esta semana peguei um frila (não sei bem por que, já que até hoje, pela minha experiência, “frila” é sigla pra “Fazer, Revisar, Investir, Lamentar & Arrepender-se”, mas enfim) de tradução pra fazer e acabei trabalhando mais horas por dia – e noite - do que nos últimos anos todos somados. Minhas madrugadas, que já vêm sendo insones faz tempo, ficaram também curtas, estressadas e noiadas. Quando finalmente acabou, fiquei tão aliviada que, por algumas horas, consegui até esquecer que eu achava sabia que se os @#$%¨&* dos clientes tivessem me dado mais tempo, o trabalho teria ficado muito, mas muito melhor. A sensação de ter dado conta da responsa em tempo hábil foi mais forte, e tão boa que consegui até dormir, profunda, plácida e profundamente... até ser desperta bem antes do necessário pelo habitual Concerto Dissonante para Esmeril & Motosserra, seguido da Pavana para Alarme Disparado, realizado 7 dias por semana na minha rua – aparentemente, bem debaixo da minha janela - , claro. Foi por isso que peguei este filme na locadora hoje. Algo me diz que, mesmo se ele acabar se revelando uma bomba*, eu vou amar.

 

 

Eu amoamoamoamo ganhar flores, e amo amoamoamoamo rosas amarelas. E frequentemente, como vocês bem sabem, eu odeioodeio Boiânia e Boiânia me odeiaodeiaodeia. Portanto, é óbvio que rosas amarelas são mais difíceis de se achar em Boiânia do que Edelweiss (brincadeirinha) ou tulipas (sério). Daí que quando eu fui pra cama às seis e meia da manhã no dia do meu aniversário (por causa do frila mardito dos infernos), quase fiquei brava quando o gatim me acordou às sete. Mas ele me acordou com beijinhos, declarações de amor, um perfume grandão – ui - que eu adoro e um buquezão de lindas, loucas e loiríssimas rosas amarelas. Gatim que é gatim não se amedronta com dificuldades de logística, preconceitos de cor floriculturais nem com mulher brava. Gatim arrasa muito.

 

 

Se tem alguém aí, do outro lado da tela do computador, que saiba de algum remédio que REALMENTE funcione pra queda de cabelo excessiva em mulheres fêmeas do sexo feminino com cromossomos XX, me fala. Eu não tô com ânimo de ir ao médico de novo, não. Meses atrás eu fui, fiz toooodos os exames e o dermatologista disse que era stress, mas mesmo depois que eu fiquei bem mais calma, continuo ganhando a competição de fur shedding contra a Nina. E claro, como eu sou chata, não vou aceitar qualquer conselho não, viu. Indicar shampoos de 100 reais não vale – já usei todos, ou quase, nacionais, importados, cheirosos e fedidos, e a única coisa que aconteceu foi que meu bolso conseguiu ficar careca antes de mim. Pantogar também só serviu pra me empobrecer ainda mais (se isso é possível), e ainda por cima me deu um efeito colateral – na verdade, retaguardal – tão horrível e violento que nem terminei a primeira cartela. O outro nigucim caro paca de passar na cabeça também não adiantou nada. Bepantol no shampoo também não funcionou muito. Chá de folha de mandioca, nada. Um outro troço com octopyrox eliminou a caspa, mas o cabelo também continua sendo eliminado. Mas tirando esses, vale tudo, até injeção na testa. Porque o trem tá feio aqui, os fios tão debandando tanto que ando com medo de, qualquer dia desses, acabar incorporando o personagem da primeira piada que ouvi e entendi na minha vida (eu devia ter uns 4 anos, e minha irmãzona de 9 foi quem me contou) : “Um cara tinha três fios de cabelo. Aí um dia ele acordou e foi penteá-los e pá, caiu um. Ele foi pentear os outros dois, no maior cuidado e pum, caiu mais um. Aí ele apelou e disse ‘Ah, vou sair com tudo embaraçado mesmo”...

 

*Update : acabei de ver o filme e, infelizmente, apesar do Tim Robbins e William Hurt no elenco, ele é mesmo bem ruinzinho. Ainda assim, a identificação com o protagonista revoltado com os barulhos da cidade e a catarse vicária causada por algumas das cenas de vandalismo de carros e prédios com alarmes disparados à toa é inevitável. Se tivesse uma meia hora a menos e um pouco mais de autocrítica por parte do autor-diretor, podia até ser bom.



Escrito por Cynthia às 19h34
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DIÁLOGOS BOBOS DO BELO MÊS DE MAIO

 

Cynthia diz:

Tadim do tiedson. Foi separar uma briga entre as cachorras dele e a buldogue mordeu o pé dele feio. O bicho tá andando igualzinho ao Fogoyó, tipo “deixa que eu chuto”...

Nelson Moraes diz:

Hahahahahaha, cê falou isso pra ele?

Cynthia diz:

Eu não, hohoho

Nelson Moraes diz:

Fala aí pra ele que isso parece letra de funk carioca: separar briga de duas cachorras é mancada na certa...

 


 

Cynthia diz:

Uia, legal. Será que vamos ser o primeiro estado brasileiro com um governador gay (depois do XX, claro...) ?

Nelson Moraes diz:

E de XX.

Cynthia diz:

Ah, é, tinha me esquecido dele, hahaha...

Nelson Moraes diz:

    Farmalnão, muita gente nem sabe.

Cynthia diz:

Porra, então nem nisso a gente é o primeiro, hem ?

Nelson Moraes diz:

Pois é, até na doação de botão Goiás leva na bunda.

 


 

Cynthia diz:

Hahahaha, tava vendo meu sitemeter, e olha o absurdo que vieram procurar no meu pobre bloguinho : loira+se+acabando+na+pica+do+negão...

Nelson Moraes diz:

    Putz, o cara é um poeta.

Cynthia diz:

   É um poeta, um dramaturgo, um gênio... um verdadeiro   

   Shakesprick.

 


 

Cynthia diz:

Hehehe, outra do sitemeter : "ajeitar cds riscados com uma banana"

Nelson Moraes diz:

Hahahahahahahahahaha... como é que alguém risca um cd com uma banana ?

Cynthia diz:

Hehehe... ficou parecendo isso mesmo... como será ?

Nelson Moraes diz:

Passando um preparando anti-banânico, acho.

Cynthia diz:

Hahahahahahahaha... acho que eu preciso de um preparado desses, pra desembananar a minha vida.

Nelson Moraes diz:

Eu poderia tentar desembocetar minha vida com um anti-bocetônico, mas isso é tão gay...

Cynthia diz:

   Hahahaha, pois é, e os efeitos colaterais podem ser altamente prejudiciais à nossa vidinha conjugal.

 


 

 

Chefe :     

   Totatola zero, é ? Muito bem.

Eu :

   Nem é dieta, é que com açúcar eu não posso.

Chefe :      

   Mas cê sabe que totatola dá 40 tipos de câncer, né ?

Eu : 

   E osteoporose também. Mas bom, um câncer eu já  tive. Deve    

   diminuir o risco pra só uns 39, né ?

Chefe        :     

   . . .

Eu : 

  (Pop ! Tsssssss...)



Escrito por Cynthia às 14h13
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SEM MÉTRICA NEM LÓGICA

ou

SEM AÇÚCAR, COM AFETO

Alguém clonou seu cartão do ih, tá uh

E tirou uma grana que vai fazer falta

No trabalho tão querendo traçar nosso cool

Os loucos todos tiveram alta

 

E viraram nossos chefes ou clientes

A mega-sena nunca sai pra gente

Mas hoje à noite, eu prometo

Que faço um bolo de chocolate

Sem açúcar, mas com afeto

Pra comer com coca light

 

O que salva nosso dia

E adia o suicídio

Enquanto não vem o dissídio

São pequenas alegrias

 

Chocolate, amor, internet

TV a cabo, piscina

São tudo o que nos separa

Da gilete ou estricnina -

 

Isso e saber que és meu pivete

E que eu sou tua menina.

 

 



Escrito por Cynthia às 16h55
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VELHA, COM UM T BEM GRANDE.

Ficar velha é... ver cantora cinqüentona  querendo chocar alguém ao beijar outra mulher na boca pela 852ª vez, meninos bem-nascidos tentando bancar os “rebeldes” (contra o que, jisuis ?) através de violência aspergida a esmo e malcriações - socorro, Pasquale, é assim mesmo ? - tolinhas, gente jovem ou nem tanto saindo em público sempre seminua, com pose de doidona, a carinha de ennui mal disfarçando o imenso orgulho pela própria péssima educação, exibindo cabelos multicoloridos, tatuagens e piercings all over como expressão máxima de originalidade e inconformismo (heh) , se declarando a quem quiser – ou não – ouvir que é pan-pluri-multissexual (ou assexuado, sei lá. Qual dos dois é pra ser mais chocante hoje em dia mesmo ?) compulsivo, que usa drogas recreativas (quem não ? afinal, álcool e piulinhas reguladoras de humor também são drogas, tááám ?), e ter que se segurar muito, muito, mas muito mesmo... pra não dar um bocejo colossal, daqueles de virar a cara pelo avesso de tanto tédio e déjà vu. Uáááááááá...



Escrito por Cynthia às 15h06
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NA GRAMA COM MARADONA

Falta de assunto (e do que fazer) é assim mesmo. Ontem vi uma "notícia" de que, num jogo beneficente , com craques coroas dos dois lados (Zicão tava lá, e fez gol lindo), Maradona dominou uma bola com a bunda. A foto taí, mas não consigo me decidir por uma legenda. Ajudem aí, pessoas :

Nutbuster ?!

a) O galinho tava no jogo, mas foi Maradona quem botou o ovo

b) Dieguinho que come a bola sabe o cool© que tem

c) Argentino, quando não caga no treino, caga na partida

d) Peraí, Diego, tentar acertar a bola no buraco é golfe !

e) Três bolas em jogo não é falta ? (ou excesso ?)

f) Antigamente a branquinha entrava era pelo nariz...

g) Não é só o Ronaldo que gosta de sentir bola atrás.

h) Foi o cool© de Deus.



Escrito por Cynthia às 22h02
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DECAMEMOM

ou MEUS DEZ MÃE-DAMENTOS

 

ou ainda TEXTO PIEGAS, TÍTULO COM TROCADILHOS QUE NEM MÃE PERDOA

 

 ... a cara da mãe ?!

Foi assim : não esperavam mais nada, veio outra barriga. Aí esperavam um menino, veio (vim) menina. De novo. Pela terceira vez. E uma menina que não era nem tão boazinha quanto a primeira nem tão bonita quanto a segunda, e bagunceira, preguiçosa, ferozmente tímida, totalmente diferente do que deveria. Talvez por esses motivos, talvez por vários outros, enquanto eu crescia, nossa convivência nunca foi fácil, e algumas (várias) vezes eu cheguei a achar que seria impossível. Várias vezes foi, mesmo, impossível, mas como não havia outro jeito, continuamos convivendo.  Para sorte de nós duas, quando eu estava no auge da adolescência, meu pai arrumou uns empregos bem longe de casa e lá se foi ela com ele, me dando um pouco mais de espaço e liberdade de ir e vir - e uma piadinha de estimação que usei dos meus 16 aos 30 e poucos anos, sempre que me perguntavam se eu morava sozinha: “Eu moro com os meus pais, sim. Eles é que não moram comigo”. Primeiro foram pro Iraque, depois pra Manaus, e  por fim para Brasília.

Pouco depois que voltaram, e a distância diminuiu de milhares ou centenas de km pra poucos metros, eu me casei e me mandei. Coincidentemente (hah), assim que eu fui embora, tudo foi ficando melhor, mais simples, mais agradável. Principalmente depois que eu percebi :

 

1- que durante boa parte do tempo então, e até hoje, ela também não era mais do que uma menina, insegura, perdida e muito machucada, que não sabia direito o que fazer, dizer ou sentir, mas tinha que fazer de conta que sim, e acabou acreditando que sabia tudo, e mais que qualquer um, e para sempre;

 

2- que de alguma forma, e muito graças a ela, eu acabava sendo a mais forte das duas, e portanto podia – e devia, e descobri que nem precisava fazer muita força – perdoar o que precisava de perdão, agradecer o que havia para ser grata, dar bronca quando fosse o caso, deixar passar quando fosse a hora, e amar sempre, sem  ficar o tempo todo marcando pontos num livrinho preto, ensebado, rancoroso, e pesado, pesado, pesado demais;

 

3- que quando eu consegui vê-la como a menina que foi – e ainda era, é e sempre vai ser -, freqüentemente eu tinha (e tenho) vontade de fazê-la ficar bem pequenininha, pegá-la no colo, cantar pra ela e prometer que não, ninguém mais, nunca mais, vai machucá-la de novo;

 

4- que eu já era bem grandinha pra querer fazer birrinha e exigir que me amassem nos meus termos, e entender que cada um nos ama como pode,  não como quer, e mesmo se isso nos parece insuficiente, às vezes é até mais do que a gente precisa - ou merece;

 

5- que apesar de tudo, em geral eu gosto do resultado das ações e idéias dela em mim – mesmo aquelas com as quais eu não concordo em nada, e justamente por isso;

 

6- que seria mesmo impossível pra alguém que viveu sempre para os outros, e abafou seus talentos, desejos e vocações pra se dedicar unicamente aos outros, não acabar com uma carência que jamais foi nem será preenchida por ninguém, a não ser que fosse santa ou doida de pedra;

 

7- que além de tudo, ela é um espelho mágico, no qual eu posso – por mais que seja difícil – escolher os detalhes que eu quero ou não que me reflitam, e que tem vários que eu quero, sim;

 

8- que podia ter sido pior, ou podia ter sido melhor, mas que chorar sobre o leite derramado é inútil, chato e só aumenta a quantidade de líquido e de bagunça pra limpar depois;

 

9- que se ela morrer antes de mim, eu vou pensar, lembrar, morrer de saudades, chorar e querer ligar pra ela dezesseis vezes por dia, todo dia, pro resto da vida;

 

10 – que na pior noite da minha vida, com dores e medos sem nome, imensos, distorcidos e cruéis triturando meus ossos e chupando minha medula no escuro (hmm, ossobuco de Cynthia...), com um corte de mais de um palmo na barriga, pontos que pareciam autópsia fechando aquele vazio todo, um tubo cheio do que só podia ser tabasco incolor enfiado na veia do meu braço e um total desamparo tirando meu fôlego, mesmo com o amor da minha vida deitado no sofá ao lado, finalmente adormecido e ressonando baixinho, eu dei um jeito de pegar meu celular, e chorando baixinho, quem eu chamei, sabendo que viria, e veio, foi ela, foi ela, foi ela...

 

Depois que eu percebi tudo isso, sem muito estardalhaço eu fui fazendo as pazes com ela, comigo, com minha infância, minha adolescência, minhas neuras, com tudo. Não tô 100% zen não, nem sei se estarei algum dia, mas tô no caminho, acho. E hoje posso dizer que, se eu acreditasse em Deus, agradeceria sim, muito e diariamente, pela mãe que tenho, com todos os seus muitos defeitos e inumeráveis qualidades.

Eu não preciso nem quero (e nem posso) gestar e parir e criar alguém pra saber que ser mãe não é fácil. Mas sei muito bem que ser filha também não. A vantagem é que, depois de quase 43 anos treinando, finalmente acho que posso parar de complicar e - em vez de dizer pra ela um décimo do que eu escrevi aqui, e que provavelmente iria descer do jeito errado e machucá-la, o que é tudo o que eu não quero – contar pra minha mãe só uma resumidíssima versão, pequenina, sólida, simples e límpida feito um diamante (de poucos quilates, mas absolutamente verdadeiro), entregue junto com um abraço de tamanduá halterofilista : “Êêêêê, veinha maluca, cê não tem idéia do quanto eu te amo !!”.



Escrito por Cynthia às 02h52
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PUXANDO O FREIO

Navegando por aí, nos meus blogs de sempre, primeiro vi isto. Depois, aqui e ali, e mais além, até em blogs que eu não conhecia - alguns deles sensacionais -, dei de cara com isto. Humana que sou, meu primeiro reflexo foi me revoltar, botar um selo no blog e aderir ao boicote, lógico. Igual a qualquer outra pessoa normal, logo vi a coisa como um David X Golias, e imediatamente passei a torcer pelo pequeno e a tentar ajudá-lo a catar pedra pra derrubar o gigante – ou pelo menos tontear o bicho. Mas logo depois pensei se agir assim não me tornava uma espécie de aldeão com archote, no meio da turba descabelada e sedenta de sangue, correndo atrás do que me parecia ser um monstro. Me perguntei se com isso eu não estava a um passo de virar o tipo de pessoa que acha uma boa idéia depredar a escola Base ou acampar no jardim dos Narrrdoni esperando participar de um linchamento. Por isso pergunto, a quem puder responder, e correndo o risco de levar pedrada, se neste caso em especial os dois lados foram ouvidos e as duas versões investigadas a fundo e a sério quanto à sua veracidade. No site do empregador tem isto aqui, que pode ou não ser a realidade, mas pelo menos dá a versão do monstro outro lado, que aparentemente a maioria das pessoas não se interessou muito em ouvir. Será que algum outro jornalista, imparcial e determinado, foi atrás da história pra ver quem está falando a verdade ? Acho que seria bom, hem ? Enquanto isso não acontece, não compro livros lá (e se as minhas finanças continuarem como estão, coitadas, acho que nem em nenhum outro lugar, por um bom tempo). Se uma investigação jornalística de qualidade for feita, e ficar provado que a empresa não fez o que o funcionário diz, volto a comprar da que, até hoje à noite, era minha livraria favorita. Se ficar claro que estão sendo mesmo fdp, boicote neles, e não é por uns meses, não, é pra sempre. Afinal, um pouquinho de burrice ou modismo empresarial a gente ainda perdoa. Mas ganância cega, revestida de mau-caratismo e maldade pura e simples, aí também já é demais.



Escrito por Cynthia às 03h19
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SOLTANDO FUMAÇA - E FOGO E UMAS BRASINHAS TAMBÉM

Se eu tivesse que descrever o brasileiro médio - aquele que, na verdade, representa a esmagadora maioria da população, eu não viria com "homem cordial", "antes de tudo um forte", "trabalhador e festeiro" nem nenhuma outra dessas pílulas docinhas e douradas, não. Eu diria o que realmente acho : que o brasileiro típico não é nada além de um idiota, e da pior categoria :  o imbecil metido a esperto, do tipo que dá um tiro no próprio pé e deixa gangrenar só pra poder furar a fila no ponto de ônibus... e ainda acha que está sendo super safo e levando vantagem sobre os "otários". Mas não levem a mal essa fúria toda, isso é só porque hoje eu tô especialmente puta da vida. Quando eu tô mais calma, eu acho que o brasileiro não é assim não... o ser humano em geral é que é.



Escrito por Cynthia às 14h58
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DO ORGULHO QUE A IMPRENSA BOIANA ME DÁ

ou ENQUANTO ISSO, EM PATÓPOLIS

ou ainda PRA NÃO DIZER QUE EU NÃO FALEI DOS FOCAS

Mas o que foi que essas meninas fizeram pra serem denunciadas ?

...e a bobona aqui pensando que as denúncias eram contra a violência, ou melhor, contra as pessoas que maltratam, violentam e/ou matam crianças indefesas, e não contra as próprias - que ao que eu saiba, eram as vítimas. Mas quem sou eu pra dar palpite, né ? Todo mundo no Brasil tá cansado de saber que jornalistas não erram jamais e que o que passa pelos corretores ortográfico e gramatical do ween-dohs tá automaticamente correto e perfeito. A única saída é eu me recolher à minha insignificância e, só pra minorar minha dor, sugerir que, pelo menos, mudemos o apelidim da última flor do Lácio de “inculta e bela” pra “doida e perigosa”, esqueçamos seu passado de esplendor e joguemos logo um caminhão de cal na sepultura. (Pergunta o(a) bravo(a) e jovem - espero - repórter ao seu chefe : "mas é 'na' ou 'contra' a sepultura, tio ?". E o meu editor imaginário dá de ombros : "Tanto faz. O que couber melhor na manchete.").



Escrito por Cynthia às 02h49
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