ALWAYS LOOK ON THE BRIGHT SIDE OF LIFE

... e com tudo isso, em vez de fazer os poucos freelas que eu tenho aqui, e que serão minha única fonte de renda pelo futuro previsível, eu fico o dia inteiro lendo, vendo stand-ups  no youtube, jogando freecell, paciência spider, bubbleshooting, lendo ficção e quadrinhos, ouvindo música antiga, no msn perturbando quem trabalha, comendo feito um peixinho de aquáriochorando com quase tudo que a Fal escreve (seja verdade ou ficção),   brincando ou dormindo. É como se fosse um feitiço, que permite que eu fique ansiosa, pessimista e medrosa, que me preocupe loucamente, mas não, nunca, jamais, de jeito algum, que eu tome alguma atitude real pra melhorar minha vida. Oh, well. Pelo menos o calor infernal acabou, e há dias e dias que só chove. Tem quem não goste, mas pra mim, que moro num quase-deserto, toda essa água é delightful, é delicious, é de-lovely.

 

Sim, eu que fiz !!



Escrito por Cynthia às 17h12
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DOWN AGAIN

Eu sei, eu sei que freqüentemente eu me comporto feito uma plasta covarde, que deixo oportunidades passarem por falta de empenho, que não vou atrás do que quero e/ou preciso quando deveria, que não sou “proativa” (pausa para vômitos. Meus. É que jargãozinho de auto-ajuda, seja da variante empresarial ou da esfera privada, sempre me provoca essa reação) e o mundo hoje – e sempre ? - é destes insuportáveis seres semi-robotizados, ultra-enérgicos, overachievers e saltitantes. Eu sei que é estranha essa apatia toda vinda de alguém que sempre incentiva os outros a buscarem o que querem, muitas vezes dizendo a eles a platitude – óbvia porém verdadeira, como a maioria delas – “o pior que pode acontecer é você ouvir uma recusa delicada”. Mas aí é que tá : é que pra mim, em certos momentos, o pior que pode acontecer é ouvir uma recusa delicada. Mesmo. 



Escrito por Cynthia às 13h42
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WHERE'S NINA ?

ou SANTO DISFARCE, CATMAN !

 

Igual a qualquer gato, a Nina adora uma toca, o que, pra quem vive em apartamento desde bebezinha, se traduz em mania de se esconder em locais estreitos e escuros. Sendo a songa que é, ela acaba parando nos lugares mais bobos :

no nicho do microondas Tá pronto ?,

junto das bebidas que aguardam lugar na geladeira Vai um drink aí ?,

no guarda-roupas do gatim No armário, eu ?,

num espacinho mínimo no alto da estante do computador Espaçoso, hem ?

dentro de caixas Boxing Nina

 

 

e por aí vai. Infelizmente - pra ela -, devido à crescente circunferência de sua pança e ancas (como se vê, a compulsão alimentar e a "fofura" corporal são coisa da nossa família, não importa a que espécie se pertença), certos lugares já estão impraticáveis, e ou ela não cabe ou nós interditamos seu acesso. Para que ela não coloque seus esbeltos 6kg  (ou mais - seis foi o que ela alcançou na última pesagem, e faz tempo) em cima do conversor da TV a cabo e do DVD player, que já não anda lá essas maravilhas (interrompemos este post para uma mensagem da nossa patrocinadora : atenção, pessoas, Philips NÃO é a melhor marca de DVD player do mercado, assim como os MENOS melhores celulares que existem são BenQ Siemens), entupimos o espaço livre acima dos dois com bichinhos de pelúcia. Normalmente isto basta para que ela considere o local habitado e respeite a propriedade e os proprietários. Mas da última vez que ela sumiu, deixando pai, mãe e empregada doidos, se perguntando se ela tinha pulado do quinto andar ou entrado no forno em vez de só ficar em cima dele, descobrimos, depois de muito procurar, que a monstrinha tinha entrado pro MGST e ocupado ilegalmente a área. Eu sei que falando assim parece que nós somos ainda mais patetas que ela, já que passamos váááárias vezes na frente do seu esconderijo sem vê-la, mas tenho aqui a prova de que pelo menos a bichinha estava perfeitamente cat-muflada. Passada a irritação que toda preocupação infundada me traz, achei até bom. Pelo menos alguém nesta família tem malícia, jogo de cintura e cara-de-pau. Já é um começo...

CATmoufflage c'est ça !



Escrito por Cynthia às 13h58
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SE EU COZINHO EU NÃO LAVO

ou O DIABO SERVE O PRATO

Off with its head !! Off with its legs !! Off with its shell !!

 

 

 

Não é só porque eu acho os chefs Tony Bourdain e o Gordon Ramsay fascinantes, com seu jeito de machos convictos, suas bocas-sujas e sua total falta de afetação e frescura, nem é que eu queira defendê-los (como se eles precisassem...) mas cada vez eu fico mais convencida de que eles têm excelentes desculpas pra agirem feito uns soup-sauce-steak-pasta-and-more-nazis de quando em quando : é que eu tenho certeza de que cozinhar sempre traz à tona o Mr. Hyde de qualquer pessoa, por mais calma que ela seja. Quando ela já não é nenhuma meiga fadinha pra começar, aí basta acender duas bocas do fogão ou um forno que o caldo entorna mesmo. Falo por experiência própria. Se eu, que adoro cozinhar e só cozinho nos fins de semana, sem muito compromisso de horário e normalmente só para duas pessoas, já fico meio possessa quando procuro e não encontro uma determinada colher, um tempero, uma peneira onde deveria estar (não, eu não faço meu mise-em-place direitinho antes de começar, me processem), se passo sem escalas de uma doce dona-de-casa cozinhando e cantando e seguindo a canção do mp3 pendurado no pescoço (por baixo da roupa, que eu não sou doida e não pretendo queimar, ferver nem picar o fio do coitadinho) pra uma harpia sanguinária que sua, xinga, bufa e eventualmente ataca quem pretende ajudá-la – e que normal e infelizmente, mesmo estando mais cheio de boas intenções que o próprio inferno, acaba atrapalhando - , imagino como deve ser coordenar uma cozinha com trocentos pedidos simultâneos, em que tudo tem que sair não só delicioso, quente e bonito mas também, de preferência, rápido. E se um único ajudante que acha exagero essa mania de lavar as mãos a cada 30 segundos, ou leva meia hora olhando o interior da geladeira, como quem contempla o nirvana (o estado de espírito, não a banda grunge) quando você diz que precisa de um pouco de leite AGORA, ou acha que é neura botar de volta logo no lugar o que você já usou, ou tampar o pote de farinha de trigo antes de passar com as mãos pingando água por cima dele, já é suficiente pra extrair o pior de qualquer pessoa, imaginem vários ajudantes desses. É claro que assim que chega aquele momento mágico em que uma combinação aleatória dos 5 sentidos – ou 4, ou 3, you got it - nos diz que o prato está pronto, Mr. – ahem, Ms. – Hyde canta pra subir imediatamente, e antes que a última chamazinha azulada de gás morra embaixo da panela a paz volta a se instalar. Quer dizer, isso se o ajudante tiver bom gênio o suficiente pra perdoar e esquecer, o que, com a ajuda de uma comidinha especialmente boa, sempre fica bem mais fácil. Já o remorso da(o) cozinheira(o) por ter sido tão monstra(o) com seu lindo commis pode durar dias. E é aí que você descobre se é mesmo boa(m) de serviço : perguntando ao ajudante/cliente/comensal se não seria melhor você parar de cozinhar de vez, pra não correr o risco de ter esses ataques de fúria irracional, essa TPR (Tensão Panela-Relacionada) incontrolável. Se ele disser que de jeito nenhum, well... claro que mesmo assim você provavelmente nunca vai ter seu próprio show no Food Channel, publicar livros de receitas nem ganhar rios de dinheiro para fazer o que mais gosta (e de quebra viajar pra lugares legais, comer feito um seminário cheinho de frades, beber feito uma família de gambás e ainda xingar umas pessoas no processo). Mas pelo menos fica certa de que, assim como Mr. Bourdain e Mr. Ramsay, seu público está cativo e satisfeito o suficiente com sua criação pra suportar seus maus péssimos modos. E só isso, num momento em que sua auto-estima não está das melhores, já faz maravilhas por Lady Moça. Tanto na versão Dra. Jekyll quanto na Ms. Hyde.



Escrito por Cynthia às 04h23
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LOST IN TIME

Pois é, né, não sou a Amy : não tô loira (God forbid) não bebo, não cheiro pó e meu marido não tá preso, mas o fato é que eu tô de novo (repetitiva e monótona, porém desesperadoramente, de novo) back to black. Black, no caso, sendo o asfalto. Ou a cor da íris do olho da rua (negra como a noite que não tem luaaaar) onde eu me encontro mais uma vez – a 3ª nos três últimos anos. Tudo bem, eu não estava exatamente empregada nos últimos meses, mas pelo menos tinha um lugar fixo aonde ir toda tarde e uma graninha também fixa que, como nada é perfeito, também era a metade do que eu costumava ganhar quando meus préstimos tinham alguma serventia no mercado. Vou continuar fazendo freelas para a empresa, mas agora recebendo pagamento por job, ou seja, sem nunca saber quanto nem quando, nem mesmo se. Não tendo sido um emprego na acepção correta da palavra, não houve férias nem 13º proporcionais, multa de FGTS nem qualquer outro desses paliativos pra inescapável dor pós-pé-na-bunda. Sendo esta plasta inútil que eu sou, obviamente não tomei as atitudes que deveria ter tomado há meses pra que o curso que eu fiz em agosto fosse uma alternativa viável e imediata (mea maxima culpa) de fonte de renda, e agora tenho medo de que não dê mais, que não me lembre o suficiente do que aprendi para poder tentar de novo. Estou totalmente no ar, sem saber o que fazer, e ficar em casa me deixa ainda mais deprimida, porque, é claro, em vez de ir fazer algo útil, eu fico bundando. E isso me mostra, me prova por A + B e me esfrega na cara que eu não tenho mais lugar no mundo. Porque é navegando na internet, folheando revistas “femininas” – quando foi que isso virou sinônimo de “frescas, retardadas e monomaníacas” eu não sei bem – e ouvindo trechos de conversas de terceiros e quartas que eu vejo por que é que eu sou uma pessoa tão errada pro mundo e os tempos que correm. É que eu sou véia mesmo, e ainda trago os valores e as manias daquele tempo imemorial, as décadas de 70, 80 (e vá lá, até um pouco dos 90) do século passado. Coisas que eu sempre considerei - e ainda considero – certas, por algum motivo hoje me entronizam para sempre no rol das otárias, das chatas e das pentelhas, quando não logo no das vilãs caolhas de novela guatemalteca© – ou pior, de novela da rede grobo. Exemplos ? Tenho aos montes. Aí vão alguns :

 

  • Eu ainda devolvo, SEMPRE, livros, CDs, DVDs ou coisas parecidas que me emprestem, e burramente espero o mesmo dos outros.
  • Eu ainda acho que ser filho de quem quer que seja não é credencial suficiente pra ninguém – a não ser que o antepassado em questão seja um cachorro campeão, um boi premiado ou um cavalo puro-sangue cheio de recordes de velocidade.
  • Eu ainda acho que o simples título de chefe (ou de transa dele, ou de seu grande amigo) não é suficiente pra uma pessoa ser cegamente obedecida e reverenciada, a não ser que ela tenha competência real e comprovável.
  • Eu ainda acho feio paquerar ou atacar o marido ou a mulher das(os) outras(os).
  • Eu ainda acho que criança – e adolescente, e essa invenção ridícula chamada tween também - tem que ser bem-educada, e que se ela for realmente incontrolável, destruidora, altissonante, agressiva e insuportavelmente chata (ou, em linguagem moderna, portadora de DDA ou outra sigla semelhante) ela tem mais é que ficar em casa. Na casa dela, óbvio.
  • Eu ainda acho que feiúra, pobreza e idade avançada não são defeitos importantes ou risíveis, e que é muito mais vergonhoso* ser burro(a), superficial e/ou mau-caráter do que estar acima do peso, ter peito sem silicone pequeno, testa enrugada (ou enrugável, hello botox) ou cabelo crespo.
  • Eu ainda acho que velhos, mulheres grávidas, deficientes e crianças pequenas – desde que se enquadrem no item 2 da minha listinha – são normalmente mais frágeis e têm que ser ainda mais respeitadas e protegidas que o restante das pessoas.
  • Eu ainda acho ridículo homens usarem peruca, pintarem ou fazerem escova no cabelo ou usarem base nas unhas.
  • Eu ainda acho que educação, respeito e delicadeza, seja no trânsito ou em qualquer outro lugar, são importantes e têm que ser exercidas por todo mundo, por mais lindo, rico, famoso e jovem que o vivente seja (ou se ache).
  • Eu ainda acho que senso de humor e inteligência são fundamentais em toda e qualquer pessoa.
  • Eu ainda acho que existe uma diferença enorme entre educação e falsidade, e adoro a primeira, mas abomino a segunda.
  • Eu ainda acho, e provavelmente vou morrer achando, que as pessoas que vivem das palavras têm que saber falar, e principalmente escrever, corretamente em sua língua pátria.
  • Eu ainda me lembro bem, e mais que isso,  ainda acho legal o pudor, uma coisa difícil de explicar pras pessoas nascidas depois de 1980. Não é vergonha de expor suas feiúras, é simplesmente vergonha na cara (esta é ainda mais difícil de explicar), relutância em se expor, por mais lindo e perfeito que seja seu corpo ou por mais dinheiro e fama que o exibicionismo possa trazer.
  • Eu ainda acho que notícias de política, economia e até meteorologia são mais importantes e dignas de primeira página do que o piercing que fulaninha botou na xoxana ou da tatuagem que sicrano fez no antebraço, com o nome da namorada da quinzena.
  • Eu ainda acho que dinheiro não é tudo, e que a busca por ele não justifica comportamentos que, em países civilizados, dão cadeia.
  • Eu ainda acredito na moral da história da piadinha da puta, e acho que o mesmo vale para se classificar alguém como ladrão : se a pessoa pega um isqueiro de plástico, uma toalha de hotel ou um milhão de reais que pertencem a outra pessoa, é ladrão e pronto. Aliás, também acho que a ocasião faz o furto, mas o ladrão já nasce cresce feito.
  • Eu ainda acho que pra se viver em sociedade – e principalmente em prédio ! - é preciso saber que não dá pra fazer, falar e agir o tempo todo sem um pingo de auto-censura (mas reconheço que a minha falha, às vezes.) e sem se importar com o bem-estar dos outros.

 

Estes são só alguns dos quais eu me lembro de cara, sem fazer força. Mas deve ter mais. A verdade é que eu sou uma mulher do século XIX perdida no XXI, e nem que eu quisesse seria capaz de mudar o suficiente pra me enquadrar bem no aqui-e-agora. E o pior é que, pra ser totalmente honesta (outra mania boba e ultrapassada que eu tenho), eu nem quero.

 

 

* Caso algum inimigo do Aurélio caia aqui por engano, que fique sabendo que “vergonhoso” significa que algo é de dar vergonha, e não tímido, cheio de recato, envergonhado.

 

 



Escrito por Cynthia às 11h33
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ONCE A MISFIT...

ou ACABA LOGO, 2008 !!

Square hole, round peg. That's me.

Tudo bem, posso até espero estar enganada, mas parece que, pelo menos pra mim, esse "ano novo" já começou mal. Será que ainda dá pra devolver na loja ou trocar por outro ?



Escrito por Cynthia às 00h31
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DIÁLOGOS BOBOS DE VERÃO - COLEÇÃO 2007/2008

 

  Nelson: Uau. O Hugh Laurie concorrendo de novo ao Globo de Ouro.

  E a Mary-Louise concorrendo a atriz de comédia.

  me: Putz, aquela desgraceira toda lá é comédia ?!

  Nelson: Hahahahahahaha, parece que sim.

  me: Pimenta no zói do zoto, né ?

  Nelson: Pobre zoto... ninguém é fíi do zoto, pimenta só vai no rabo do     zoto...

  me: Hehehe, nah, tem muuuuita gente por aí que é fíi do Zoto.

  Nelson: Mas não assume.

  me: É que ser fíi do Zoto entrega que o vivente também acaba sendo fíi de   coRRRno...

  Nelson:  E fíi da puta !

 


  Chega, cansei de apanhar, vambora dessa sinuca de @#$%¨&.

- Ih, lindinha, sinto muito... será que a culpa é do taco novo que eu te dei de Natal?

- Nada, amore. O taco é ótimo. E eu também não tô jogando tão mal assim.

- É, o negócio é que essa mesa não tá muito boa não, né ?

- Mesa nada, essa merda aí só pode ser um mesO. Super-hétero. Com um esfíncter marombadaço e com reflexo de atleta em cada uma das caçapas...

 


  me: Hoje tem coxinha ? Ou Mc Lanche Feliz com bonequinha da Pucca ? ;o)

  Nelson: Maybe both of them...

  me: OBAAAAAAAAAAA

  Nelson: Mas quem tem boca grande não ganha !

  me: Uuuh, cuitudinhu du Nunu*...

  

  *A Nina, dita à boca pequena...

 


  Mas eu acho que eu não ia gostar de wasabi, não. Eu não gosto de pimenta !

- Ah, mas o ardido de wasabi é diferente, Jana.

- Diferente como ?

- Parece mais o ardido de agrião... cê gosta de agrião ?

- Não...

- ...ou rúcula ! Gosta de rúcula ?

- Gosto.

- Então, imagina uma rúcula bem ardida, super-concentrada, atômica, mutante e griladíssima...

- Sei, tipo assim uma incrível Húlkula ?

 



Escrito por Cynthia às 15h56
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AND YOU RUN AND YOU RUN TO CATCH UP WITH THE SUN BUT IT'S SINKING AND RACING AROUND TO COME UP BEHIND YOU AGAIN

Às vezes eu dou uma surtada de leve e começo a achar - achar nada, começo a ter CERTEZA - que o tempo tá passando, cada vez mais rápido, mas que a minha vida parou, tá congelada e nunca mais nada, nada, nada mesmo vai me acontecer. Nunca mais. Pior que isso, nessas horas eu tenho na verdade é uma certeza absoluta e desesperadora de que, se por milagre algum dia alguma coisa acontecer, se algo mudar, vai ser só pra pior : doenças, perdas, horrores, tragédias. Às vezes esses surtos duram um pouco mais que o normal (eu disse normal ? ha-ha.). E aí eu passo dias e dias assim, sem querer nada. Sem postar nada. Sem assunto. Sem vontade. Paralisada. Apavorada. Assustada demais até pra falar abobrinhas ou gritar coisas sem sentido. Hanging on in quiet desperation, that's the way (e olha que eu nem sou inglesa). Mas já tem mais de uma semana - ou de um ano, pra quem gosta desse tipo de gracinha - que eu não escrevo aqui e já estou começando a me sentir culpada, então... feliz ano novo !(?)



Escrito por Cynthia às 23h47
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