BALANÇO PÓS-NATAL

...e aí acabou que eu comprei presentes mesmo pra todo mundo da minha família imediata, ou quase. E ganhei muitos também. E acho que acertei algo entre 90 e 100% dos gostos e expectativas dos presenteados. E eles dos meus. Eu sei que disse que não ia gastar dinheiro e nem dar presentes nem bater perna nem me estressar e blá, porém, ao que tudo indica, eu não tenho mesmo palavra. Mas este ano pelo menos fui mais esperta e quase não precisei ir ao inferno shopping : a maioria das compras foi feita via internet, algumas no Sam’s Club e outras naquelas lojas que tem no lobby do supermercado. Também me acabei de comprar presentes pra mim, pra casa e pra nós dois (gatim e eu). Alguns nem chegaram ainda, o que é até mais legal : quer dizer que vou continuar chegando em casa e achando vários pacotes dos correios nos próximos dias, talvez até em janeiro.  Pergunta o que meu lado infantil – o que ocupa uns 70% da minha personalidade – acha disso...

 

A me mandou um cartão de natal de verdade, em papel, com envelope, carimbo dos correios e a letra mais linda que eu já vi na geração pós-computador & internet. Valeu, Rê. Adorei muito.

 

Gatim me deu um DVD de um filminho que eu AMO e um taco de sinuca importado, de montar, que vem num case classudíssimo – à primeira vista, parece até que tem uma flauta transversal lá dentro - tão chique e lindo (parece ter sido feito pelo Santoro de tão bonito) que eu certamente não vou ter coragem de chegar com ele no nosso salão de sempre. É, porque quem também é habitué lá, já me conhece e já me viu jogar vai rir da minha cara, e quem ainda não viu vai ficar me secando, achando que eu sou a própria Rúia Boina, Almôndega Frita ou sei lá quem, e quando vir meu jogo de verdade... também vai rir da minha cara. É que nem quando a gente vê um nerdzinho horroroso ou um velhinho caquético desfilando com uma modelo lindíssima de 1,80m e com cara de ninfomaníaca : é impossível não se perguntar pra que aquilo tudo, se ele não sabe como usar...

 

Mistério de Natal : ao se despedir do Nelson na sexta-feira, minha empregada intelectual bicho-grílica desejou a ele um feliz Natal (nós a dispensamos de ir na segunda) e “cati cati”. O bocó, em vez de perguntar o que era aquilo, respondeu, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo, “cati cati” de volta. Como ela é mesmo fofa, quando foi embora ainda pregou um bilhetinho na geladeira novamente nos desejando um feliz natal e, de novo, “Cati cati”. Agora que já passou da hora de nós perguntarmos diretamente a ela, e que o google só me dá respostas que não fazem sentido, será que alguém aí sabe me dizer que raios significa isso ?



Escrito por Cynthia às 13h59
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CANTA PRA SUBIR !!

Essa minha mania de associar tudo o que acontece a músicas e de cantar o tempo todo, seja murmurando, seja só na rádio-cabeça, às vezes me expõe a estranhas experiências espíritas, nas quais eu me vejo subitamente transformada em cavalo de cantores e bandas variados, muitos dos quais nem gosto, e pior : sendo que a maioria deles nem mesmo tem a delicadeza de ter falecido antes de ir montando em mim assim, sem mais aquela - e sem nem me pagar um jantarzinho antes. Por exemplo, desde que brinquei com minha irmã, num dia em que estávamos numa festa lotada de pessoas, hã, completamente desprovidas de beleza, e distorci a letra de Eleanor Rigby pra “All the ugly people, where do they all come from ?” que eu não posso ver uma multidão agraciada com uma, er,  estética especialmente alternativa sem virar uma espécie de Pietrina Worst – a Beatle que foi sem nunca ter sido, e estraçalhar a pobre e velha Eleanor pelo resto do dia. Todo dia, na hora de passar hidratante depois do banho, na frente do espelho e normalmente com uma toalha enrolada na cabeça feito um turbante, ao chegar nos cotovelos, inescapavelmente misturo Carmem Miranda com o filme Radio Days, do Woody Allen, e fico cantando “South american way” indefinidamente, até que outra bobagem qualquer me faça mudar de faixa. Às vezes ainda passo por antipática (“passo por” é ótimo, hehehe), como se estivesse tirando onda com o nome dos outros. Por exemplo : há uns dois anos, na agência onde eu estava, meu colega de sala passou um dia inteiro telefonando e berrando atrás de um tal de Quênio. Foi o que bastou para que eu incorporasse o Elton John (com óculos pouca coisa mais discretos) e passasse o resto do expediente cantando “Can you feel the love tonight”... Ontem, aqui onde estou agora, todo o pessoal se mobilizou para descobrir o sobrenome de um certo Nídio. Instantaneamente, me baixam as Supremes (ainda bem que eu tô gordinha, posso abrigar as três de uma vez) com seu “Baby, I need your loving, got to have all your loving”. Mas o pior mesmo é quando ouço alguém dizer que vai de táxi (aaaargh), gritar um “liga pra mim” (uuuurrrrrggghhhh) ou simplesmente responder alguma coisa com um único e enfático “tenho !”. Por mais má que eu seja, nenhuma criaturinha de Zeus merece incorporar Angélica-teen, Leandro & Leonardo ou, oh céus, Sidney Magal. Alguém aí conhece um bom exorcista ?



Escrito por Cynthia às 15h15
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NEW KITTY IN TOWN

Bem-vinda, gatinha !!

Hey, I'm not a redhead... yet.

Feliz mundo novo pra você. A tchia tá morrendo de curiosidade de te ver.

:o*



Escrito por Cynthia às 10h32
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MELHOR DO QUE COMER, SÓ SER... AMADA !

Uma das coisas mais chatas de se estar gorda é ter que suportar os papos praticamente monotemáticos das magrelas inseguras. É um tal de “ai, tô gorda” , “nossa, comi tanto esse fim de semana, tô me sentindo uma baleia”,  “divide esse pão de queijo em quatro, que eu não posso comer um inteiro !” e de “coca-cola não, que dá celulite” e de "mas quantas calorias será que tem em duas folhas de alface ?" e até “qualquer refrigerante, até o diet, deixa as pessoas barrigudas”... não sei se só eu acho isso uma certa falta de delicadeza com as gordas – sim, beibes, eu não estou só ! – presentes, como se alguém resolvesse reclamar que tá pobre demais e não pôde trocar o Rolls-Royce por um Bentley, nas fuças de quem tem um fusquinha 66 modelo 67 (sessenta e sete pontos de ferrugem, bien entendu). Bom, mas pelo menos o efeito que essas meigas palavras têm sobre mim já melhorou bastante. Houve  um tempo em que eu me sentia ridicularizada, diminuída, e “graças” a essa personalidadezinha arrelienta que Zeus me deu, até pessoalmente alfinetada – e claro, instantaneamente prostituída da existência. Agora esse tipo de papo só me mata de tédio. O que fez com que eu parasse de me sentir uma cetácea monstruosa no meio dessas sílfides de meia-idade todas foram duas constatações simples, uma minha, outra de uma amiga gordinha. A minha foi a de que eu sempre engordo quando estou infeliz ou insegura com a profissão e/ou com grana, mas bem-amada e bem, hã, tratada na minha vida particular. Acho que é porque a ansiedade profissional e financeira me deixa compulsiva, e a certeza de que não é a bitola da minha cintura que me faz digna de amor ou de tesão (e a provisão constante, sincera e deliciosa dos dois) me deixa mais descuidada com relação à minha forma e peso. A constatação  da minha amiga, que eu adorei ouvir e rio até hoje quando  me lembro, foi num dia em que falávamos de uma conhecida em comum, e em como ela era preocupada com a estética a ponto de nunca – eu disse NUNCA – comer chocolate, mas que o sacrifício devia valer a pena, já que ela, pouca coisa mais nova que eu e mais velha que a ****, e duas vezes mãe, tinha um corpinho de mocinha, com cintura de pilão e sem uma estria nem marca de celulite. Minha amiga, que faz tempo que eu não vejo e hoje pode até estar esbelta, mas na época devia estar mais ou menos do meu tamanho, soltou, na maior nonchalance, a minha frase preferida daquele ano inteiro : “É, ela não come chocolate, mas o marido dela come tudo o que passar na frente dele... inclusive euzinha, que como pelo menos um Sonho de Valsa todo dia e já parei de contar os furinhos de celulite faz tempo. E ó, ele gostou bastante, viu ?”.  Hohoho. Agora cês me dêem licença que eu vou ali lanchar um pão de queijo – inteiro – com Totatola. Zero, porém Totatola.



Escrito por Cynthia às 14h26
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PIM, PAM, PUM.

 

Tenho certeza de que se eu tivesse nascido homem, seria gay. Né por nada, não : é que eu sou convicta de que voz feminina aguda e em em tom elevado por muito tempo na cabeça do cidadão, principalmente quando este precisa se concentrar num trabalho, faz qualquer um tomar nojo de mulher. Ou pior ainda, surtar, matar a família e ir ao cinema... de preferência pegando uma sessão nostalgia do filme Golpe de Mestre (título original : The Sting. Mulheres não-meras-figurantes no elenco : uma. Que morre logo, e com um tiro no meio da testa. Attagirl.)

 

 

Só em Boiânia um filme de animação cujo maior atrativo é ter a personagem principal dublada pelo Jerry Seinfeld passa ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE em português, versão dublada por... quem mesmo ?

 

 

Note to self : lembrar de, ao ouvir pela bilionésima vez um “e você, não tem filhos ?”, como sempre  perguntado com a cabecinha tombada de lado e num tom impregnado de piedade, responder apenas “Não”, de preferência com vozinha compungida e a cabecinha igualmente tombada, em vez de sorrindo, em alto e bom som, soltar um “Graças a Deus !”.



Escrito por Cynthia às 19h43
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TÁ BOUA, SANTA ?

or... XMAS IS A HO, HO, HO !

 

Yeah I'm broke

Eu sei que a maioria das pessoas mal-humoradas e não especialmente cristãs como yours truly normalmente não tem muito saco pra Natal, mas eu sempre gostei, ao menos de ter uma desculpa pra torrar uma graninha e encher as pessoas de quem eu gosto de presentes. Só que este ano, ganhando meia merreca, sem 13º, sem dinheiro guardado e sem disposição pra enfrentar multidões em busca de “lembrancinhas” inúteis e baratas, acho que quem vai ficar sem saco é a mamãe (noel) aqui. Peninha.



Escrito por Cynthia às 16h19
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5 X 8

ou OS DEFEITOS DOS OUTROS... E OS MEUS.

 

 

Todo dia, toda hora, a gente vê e ouve notícias de gente (conhecida ou não, rica, remediada ou pobre, dá no mesmo) que faz barbaridades com os filhos, que os maltrata ou deixa à míngua ou que, mesmo lhes dando todo o dinheiro e conforto possíveis, deixa os coitadinhos emocionalmente abandonados ou permanentemente sufocados e aterrorizados. E ainda assim continuam engravidando, e parindo, e infernizando a vida e o futuro dos bichinhos lindos e indefesos que não pediram pra nascer e que, com pais melhores, teriam tudo pra ser felizes. Se eu fosse ditadora, o que ia ter de esterilização compulsória neste país não era brincadeira.

 

Minha empregada é formada em geografia, lê meu jornal todo dia e as Cult e Bravos do Nelson todo mês, trabalha ouvindo música clássica, cita Santo Agostinho, desenha a Nina a lápis (e a fotografa também) e sabe poemas de Cora e Cecília de cor. Mas ainda lava minhas blusas coloridas junto com as brancas e as delicadas junto com toalhas, esconde o que quebrou, lascou ou arranhou, faz um feijão sem cheiro e sem gosto e, em vez de congelar, deixa folhas de nira apodrecerem na geladeira, pra então jogá-las na lixeira da cozinha - na sexta-feira - e ir embora, sem lavar a geladeira e sem botar o lixo pra fora. E eu nem tenho coragem de brigar, afinal, periga a bicha ser mais qualificada do que eu.

 

Estou de novo com aquele peso (e forma) em que não adianta mais passar na frente de uma obra pra ouvir fiu-fius dos pedreiros e restaurar minha auto-estima. Será que um asilo de velhinhos resolve ?

 

Não sei o que estranho mais : eu não ser tão vingativa quanto imaginava ou não ser tão solidária quanto gostaria. O que prova que ter e escapar de uma doença grave – a minha foi há oito anos - não é tão “life-changing” quanto o cinema gosta de nos dizer e a gente gosta de acreditar. Eu ainda estou esperando o tal click que vai me transformar numa pessoa melhor, mais paciente, compreensiva, desprendida e bem-humorada. Até agora, nem uma poeirinha no horizonte.

 

Se por um lado eu ainda choro o amigo morto, ainda tenho a mesma alegria na companhia dos amigos antigos e me lembro com carinho dos amigos de infância naturalmente afastados, por outro lado nunca penso – e quando, raramente, penso é sem saudades nem mágoas – nos que preferiram sumir, sem motivo, sem dar notícias e sem deixar rastros. É uma pena, acho. Será que isso significa que eu estou ficando tão fria e estranha quanto eles ?

 

Admito : eu pensei mal da amiga que continua bebendo muito, mesmo depois de ter sido avisada pelo médico de que está cavando a própria cova, e do tio que fuma demais mesmo depois de ter sido avisado de que o enfisema já está se instalando. Aí pensei no que essa banha toda faz com a minha saúde – e silhueta – e em como, mesmo eu sabendo disso, eu continuo comendo feito uma vaca desesperada. Aí parei de pensar mal dos outros e comi mais uma tacinha de mousse de chocolate. Diet, como manda a hipocrisia.

 

Ontem, durante mais uma noite não-dormida, joguei fora quilos de enlatados, conservas, temperos, ingredientes secos pra fazer sopas, pudins, panquecas e outros, alguns importados, alguns bem caros, quase todos fechados, intactos e com aparência boa, porque os prazos de validade haviam vencido sem que eu me lembrasse de usá-los – ou sequer da existência deles. Meu coração dói, pelo dinheiro jogado fora e pela consciência de que eu poderia ter dado a grana ou a comida a pessoas que precisavam mais do que eu, em vez de desperdiçar assim. O que me mata é que esta não é a primeira nem a décima vez que isso acontece, e que provavelmente daqui a uma semana eu vou ter esquecido tudo e voltar a comprar mais do que minha mini-família consegue consumir, e a guardar em locais fáceis de ignorar.

 

Uma coisa que eu não entendo : se eu consegui, voluntariamente, mudar meu jeito de ser e de agir, pra diminuir o número e o tamanho dos sapos engolidos a cada dia, por que será que não consigo mudar de novo e voltar a ser uma pessoa boazinha e caladinha, que não ofende nem assusta ninguém ? Talvez seja porque eu não quero. E faz tempo que eu parei de brigar com meu inconsciente : ele é muito mais esperto e eficiente na minha preservação que a parte racional e abobada que eu costumo chamar de “eu”.

 

Se eu padeço de uma irritante e incontornável falta de vontade – vontade de acordar, de trabalhar, de sair, de me cuidar, de cuidar da casa, de fazer um limpa nas tralhas inúteis juntadas nos últimos nove anos, de estudar, de praticamente qualquer coisa – por que diabos, carolhos, raios múltiplos, eu não consigo perder a @#$%¨&* da vontade de comer ?!

 

Toda vez que eu consigo resistir um pouco a impulsos consumistas, não leva meio dia (às vezes nem meia hora) pra eu raciocinar, com minha matemática canalha, que se eu comprei uma coisa de 230 em vez da de 400 que eu pretendia, isso significa que então eu “economizei” 170, e acabar gastando os tais 170... e mais uns 150 pra comemorar e me presentear por ter sido tão ajuizada e econômica. E depois não sei por que vivo dura e vou morrer pobre.



Escrito por Cynthia às 13h36
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