PALAVRAS DEMAIS PRA JUSTIFICAR UM SILÊNCIO

Pra quem achar com carinha de déjà vu, declaro que este texto é repetido, sim. Mas como tantos outros do tipo confessional que eu escrevo aqui, continua sendo 100% verdadeiro.

 

Um dos meus (muitos) defeitos é falar demais. Antes da hora, depois da hora, fora de hora, ou mesmo na hora certa, mas com palavras demais, digressões demais, sinceridade demais, detalhes demais. Mas se tem uma coisa que me deixa sem palavras é quando alguém de quem eu gosto perde uma pessoa querida. Por mais que eu ainda não tenha, felizmente, a exata noção do que seja perder uma mãe, um pai, um marido ou um filho, eu posso, sim, imaginar o que seria a minha vida sem meus pais, meu amado, uma criança que tivesse nascido de mim. Quando imagino isso, e apesar de ultimamente imaginar com muita freqüência, e sempre sem querer, a tristeza que eu sinto é tão forte e real que eu sei que essa dor, multiplicada por mil, como é a de quem realmente perde alguém, não tem fim, não tem consolo, não tem lenitivo. Eu não sou capaz de dizer “Ele(a) agora está com Deus”, porque, por mais que eu queira, não sei se acredito muito nisso, e também não sei ser hipócrita. O que, obviamente, também exclui os clássicos “Deus sabe o que faz” ou “Vocês ainda vão se reencontrar um dia”. Por isso, quase sempre nessas situações eu passo por grossa, por caipira, por incompetente, porque me calo. Me calo porque o que quer que eu diga, ainda que desse algum alívio, só o faria naquele momento. E um momento não é nada. Porque as pessoas que amamos não morrem assim, de uma só vez. Elas voltam à vida milhões de vezes, por centésimos, às vezes milésimos de segundos, a cada vez que a gente vê um moleque de boné virado pra trás na rua e o coração diz “É ele !” antes que a cabeça nos lembre de que não, nunca mais. A cada vez que, numa festa, você olha pro lugarzinho onde ele ou ela sempre se sentava pra ver se está tudo bem e a cadeira está vazia. Todas as manhãs, quando, na inocência absoluta que nos acomete entre o sono e a vigília, a gente estende o braço procurando o calorzinho gostoso do outro, aquele que fazia se levantar da cama pela manhã possível, e voltar a ela à noite desejável, e só encontra o vazio. A cada vez que se acorda com frio e, tonta de sono, se levanta da cama para ir cobrir a criança que não, não está mais lá. A cada vez que a gente precisa perguntar como é mesmo que se faz aquele bolo de laranja, qual o telefone do encanador, onde se encontra linha pra bordar, como é mesmo o nome daquela oficina legalzinha. A cada vez que se precisa de uma opinião sobre se a gente deve ou não mudar de emprego, comprar um sofá, aquela estante, um outro gato. A cada vez que se lê um livro sensacional, uma HQ das boas, um post engraçado ou comovente, se assiste a um filme instigante, se ouve uma piada ótima, se descobre um sabor de sorvete especialmente bom, se tem alguma vitória, pequena ou grande, se perde uns quilos, se ganha um prêmio, se ouve uma música do Renato Russo, do João Gilberto ou um certo Mozart, se ouve uma besteira, se aprende a cozinhar um prato novo, se chora esperando o abraço e mais sentir que ouvir aquele “vai passar” bem baixinho, quase sussurrado, nos cabelos da gente. E ele não vem. Eu sei que quem a gente ama não morre nunca, mas também morre milhões de vezes, e se isso não dói neles, como dói, como destrói e arrasa quem fica pra trás.  E é por isso que eu muitas vezes não digo nada a pessoas que eu adoro e que perderam alguém. Meu coração está com elas, porque eu sei que mais cedo ou mais tarde, eu também vou perder alguém que amo de novo, ou as pessoas que me amam vão me perder, e nada que me digam pode atenuar a dor que isso vai causar. E porque às vezes já exige mais força do que eu tenho só o ser capaz de aproveitar cada momento de alegria, de felicidade, de cumplicidade sem pensar que ele pode ser o último. Porque é óbvio que um dia será mesmo. Eu gostaria de terminar esse texto de forma mais otimista, mas só posso fazê-lo com um chavão insuportável, tão lugar-comum quanto “sinto muito”, mas tão verdadeiro quanto : “It is better to have loved and lost than never to have loved at all.”



Escrito por Cynthia às 08h16
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DIÁLOGOS BOBOS SOBRE PESOS & MEDIDAS

Irmã mais velha

No Pilates tem uns exercícios pras pernas que são assim, parece o jeito que a gente fica quando tá fazendo xixi em banheiro de boteco e não quer sentar...

Irmã do meio

É a única hora em que dá inveja do pênis, mesmo.

Irmã caçula

É, deve ser ótimo poder fazer xixi em pé, coisa mais prática, né ? O problema é só a sujeira que faz. Homem é muito ruim de pontaria.

Irmã mais velha

Na casa do nosso primo Beltrano todos os homens fazem xixi sentados, a tia Sicrana que ensinou.

Irmã do meio

É bem mais higiênico, se for na casa da pessoa mesmo, e não em banheiro público.

Irmã mais velha

Ah, será ? Será que aí o pinto não encosta na tampa do vaso ? Ou, sei lá, na água ?

Irmã caçula

Uaaaaaaau, na ááááágua ?! Peraí que eu vou lá na sala dar os parabéns pro seu marido, hahahahaha...

 


 

Nelson diz:

Ah, lembra que a gente tava em dúvida ? Olhei aqui no IMDB e a Mary-Louise tem 43...

Nelson diz:

Digo, a Parker.

Cynthia diz:

Uau. Tá ótima.

Nelson diz:

Tá gatíss... digo, tá bem legal, mesmo.

Cynthia, a serpente, diz:

Mas ainda assim tá muito véia pra ter tido tão recentemente o primeiro net... digo, o primeiro filho ...

 


 

- Vai se servir de novo, amore ?

- É, não pode desperdiçar uma comidinha boa dessas, né ? Pensa nas criancinhas pobres da Biafra...

-...e tem criancinhas ricas na Biafra ?

- Ah, sei lá, deve ter. Os filhos do ditador ?

- E lá tem ditadura ?

- Sei não, mas deve ter, né ? Todo mundo magrinho daquele jeito...

- ?????

- Só pode ser culpa do regime !!

 

 


 

- Pode estacionar por aqui mesmo, amore. É logo ali que eles estão comemorando o aniversário do Marco.

- Nossa, quanto carro... os amigos dele compareceram em peso, hem ?

- Ah, é. Se forem todos iguais a ele, juntando uns dez deve dar bem uns 700 gramas...



Escrito por Cynthia às 11h24
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PODIA SER PIOR

...ou PELO MENOS NÃO RASGUEI

Primeiro eu pensei que a culpa pelo meu emburrecimento progressivo e galopante fosse só esse lance de trocar o dia pela noite, que está ficando cada vez pior, e que sempre me deixa com um déficit de sono de uma hora e meia (segundo as recomendações da OMS) ou de três e meia (segundo eu mesma) por dia, todo dia. Só assim pra explicar o absurdo de eu só perceber, ao final do xixi, que a alça da jardineira estava dentro do vaso (aaaaaarrrrggghhh). Depois achei que a preocupação com a saúde de uma pessoa querida, que deixou o sono ainda mais difícil de chegar e de manter, fosse a responsável por eu estar inacreditavelmente mais zuretona ainda desde 6ª feira, e que isso talvez justificasse eu só me lembrar no fim do almoço, depois dos pratos devidamente raspados, que o trabalhoso e delicioso risoto feito by me para nove pessoas, com todo o amor e carinho, tinha ficado incompleto : o frango que eu havia levado um tempão cozinhando e desfiando - fibra por fibra, que nem coração de mãe – ficou esquecido e intocado na geladeira. Mas agora suspeito que não só estou tresnoitada e burra como também completamente louca. É que a mancada número 3 realmente foi além do aceitável, até pros elásticos padrões da minha pequena família de doidos. Aparentemente minha massa (cada vez menos) cinzenta decidiu que não basta eu estar sem fonte de renda, sem perspectiva, sem memória e com gastos crescentes : é preciso dar provas para o mundo de que eu sou uma anta agônica rematada. É indispensável, pra que os sacanas do Murphy e o Pantheon todo  tenham um ataque de riso caprichado e desopilante, que a empregada venha me mostrar que eu, sem nem notar, joguei 35 reais NO LIXO, junto com uma notinha de caixa registradora. Aí também já é demais. Depois dessa, só roubando e adulterando meu amado Tom, e aproveitando que o gatim está a uns mil km de distância, pra sair pela casa, cantando e dançando : “É pau, é pedra, é o fim da picada. É a camisa de força, é a Cynthia internada”...

 

 



Escrito por Cynthia às 16h51
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LOVE IS...

ou

AMAR É...

Cara, se você estiver aí... dá uma forcinha ?

Rezar por quem você ama, mesmo sem ter religião.

 



Escrito por Cynthia às 17h21
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TEM QUEM PREFIRA MULÉ...

O que esse povo não faz pra garantir uma venda, hem ? As assinaturas devem estar caindo mesmo...

Vou levar cinco, um de cada cor...



Escrito por Cynthia às 23h58
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QUEM NÃO TEM ASSUNTO, DIALOGA... BOBAMENTE

- Cê viu só, lá no Ina, que o Estadão tá com uma campanha de TV meio que chamando os blogueiros de macacos ?

- Caramba. Não sabia que os jornalões estavam incomodados assim com os blogs, não.

- Pois é, estranho isso. Ainda mais porque alguns excelentes jornalistas que trabalham pra eles também têm blogs.

- E será que o povo da mídia tá lembrando de passar os tais comerciais duas vezes em cada break ?

- Pra quê ?

- É que já que vão passar um recibão desses, melhor ser logo em duas vias, né ?

 


 

- Tás brincando que esse velhinho acabado aí era aquele gataço lindo daquele filme de ontem.

- Tô não, é ele mesmo.

- Puta merda, como é que pode, hem ?

- Tempus fugit, lindinha.

- Uh. Se bem que nesse caso aí ta mais é pra “Tempus fodet”.

 


 

- Falou com a Hammy ?

- Falei. Como sempre, ela falou duas horas, contou uma história enorme, se fez de tonta, fez de conta que não tinha praticamente me implorado, me monopolizado, me incomodado dia e noite e me prometido mundos e fundos... mas no final ela tinha ligado no sábado era praquilo mesmo que eu suspeitava.

- Pra dizer que já fechou lá com a Backstabbers Inc., né ?

- É. Quer dizer, veio com aquela conversinha mole de que se precisar de freela me liga, que se souber de algo me indica, e que de repente eu vou pra lá depois e blablablá, mas tirando o molhinho de vento, o recheio do pastel é o de sempre. Bosta pura.

 


 

- Tem hotéis com preços bem melhores em outros bairros, mas achei tudo meio longe. E do jeito que a gente é ruim de endereço, talvez seja melhor pagar quase o dobro e ficar nesse, ó, que é bem mais perto do curso.

- É, aí não tem como errar, né ?

- Pois é. E se mesmo assim a gente ainda conseguir fazer besteira, pelo menos depois dá um título de post ou letra prum sambinha bem mais legal...

-  “Doncovim, quencoçô, oncotô, proncovô” ?

- Hahaha, pode ser. Ou então “Perdidos em Perdizes”.



Escrito por Cynthia às 13h30
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AND THE COW GOES TO...

...ou O SEGREDO DE BREAK A SNOT FOUNTAIN

 

Eu sempre fui mais pessimista do que otimista, e isso desde bem antes de ouvir uma das frases mais corretas já ditas em língua portuguesa (et pour cause...) : “O pessimista nada mais é que um realista bem informado”. Além disso, esperar o pior – ou pelo menos não contar com o melhor como se ele fosse meu direito de nascença, ou mesmo adquirido – sempre protegeu minhas frágeis emoções, porque se tudo desse errado, não seria surpresa, e eu não me sentiria machadianamente caindo nem das nuvens nem do oitavo andar. Se, pelo contrário, tudo desse certo, minha alegria seria muito maior do que a de qualquer otimista maluco viciado em omeletes feitas com ovos ainda não postos. Mas isso, como, aliás, vários outros traços da minha personalidade, não é meu natural. É um hábito forjado, um comportamento criado com esforço, a duras penas, depois de várias esperanças estratosféricas que terminaram com tombos colossais. Mas até hoje, algumas vezes, a idiotazinha, digo, a otimistazinha interior escapa à eterna vigilância do meu superego e começa a acreditar nas promessas, garantias e sonhos dos outros, e fica olhando pro céu e rindo, vendo cores e formas mirabolantes que não estão lá, enquanto eu juro que me engano – e aos outros – falando que não estou esperando nada, confiando em nada, contando com nada. É, eu sou uma besta poliédrica. É, eu tava acreditando. E é claro, mesmo enquanto escrevo este post, minha vaca está marchando solenemente para o brejo, enquanto Hammy-the-squirrel, montada na Mimosa, continua falando mais do que a boca, me ligando nas horas mais inconvenientes e jurando que tudo vai dar certo. E é por isso que, especialmente nesta semana, e principalmente hoje, eu espero que nenhuma Pollyanna (seja ela menina, moça, mulher ou macho) contente microcéfala hebefrênica new-age do caralho alado venha me falar na força do pensamento positivo, em neurolingüística, picaretagens de auto-ajuda variadas, nas maravilhas do “Segredo” ou no quanto o universo “conspira a meu favor”. Porque se o fizer, com certeza vai levar um murro nas fuças tão grande que vai ter um certo trabalho pra ver o lado positivo disso. E claro, também porque nem nos meus devaneios mais pessimistas eu jamais imaginei que ia acabar pagando cana por lesões corporais com requintes de crueldade.



Escrito por Cynthia às 13h39
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MUDANÇA DE HÁBITO

Whassup, sista ?

Resolvi parar de usar “viado” como xingamento. Primeiro porque não vejo no que a sexualidade de uma pessoa – a não ser que seja pedófila, o que é  horroroso em qualquer circunstância, mas, convenhamos, muito longo e elaborado pra se gritar pro energúmeno que acaba de nos dar uma fechada no trânsito  - seja intrinsecamente má, ou da minha conta, pra dizer o mínimo. Segundo porque tenho medo de que algum dos meus amigos e conhecidos ache isso ruim, apesar de acreditar que eles saibam que no caso a intenção de xingar é o que vale, e não significado da palavra. Quanto a gente tá realmente revoltada com alguém, até "lindinho da titia" dito com a entonação certa vale por uns dez "fiadaputas", mas enfim, é melhor não arriscar. Em terceiro lugar, porque - como outras pessoas já disseram antes, e bem melhor que eu - nossos xingamentos clássicos andam mesmo um bocado ultrapassados, usando definições que não são mais ofensa nem motivo de opróbrio (palavrão é isso, o resto é elogio) pra ninguém, tá aí a tal "escritora" escorpiana que não me deixa mentir. E em último, porém não menos importante, porque eu sou preguiçosa e “viado” (ou será “veado” ?) é o xingamento bobo e defasado mais fácil de abandonar. Por exemplo: eu sei que existem ascendências bem piores e mais dignas de vergonha do que puta e charreteiro, mas não sei se consigo lembrar de gritar “seu filho de uma apresentadora de TV com deputado” pro moleque que quase arranca meu retrovisor com sua moto antes que ele saia do meu campo de visão; estou bem consciente de que tem muita gente, dos dois sexos, que não só aprecia bastante ir tomar no cu como também chega a recomendar a prática aos amigos e amigas, assim como quem ensina uma nova e deliciosa receita de salada de berinjela, e acho que cada um tem mais é que fazer o que lhe agrada. Mas mesmo que isso faça de mim uma conservadora preconceituosa, ainda me parece uma coisa suficientemente dolorosa e desagradável pra funcionar como ofensa, e além disso é bem mais fácil do que resmungar, pra perua que fura a fila no supermercado e entra com seu carrinho com 854 itens na fila especial pra quem só leva 20, a excelente e muito mais apropriada sugestão da jornalista Milly Lacombe, a realmente tenebrosa “Vá fazer um exame ginecológico completo”. Poderia até acrescentar "e com o espéculo gelado", mas acho que aí também já é crueldade demais. Eu também acho – apesar do que afirma meu lindo gatim, que diz que a culpa SEMPRE é do homem – que ninguém tem culpa de ser traído pelo cônjuge. E sei que é maldade chamar alguém de hipodotado, ou impotente, ou feio, ou malcheiroso (principalmente se for tudo verdade), mas também peraê, não se pode abrir mão de antigos xingamentos favoritos assim, sem mais aquela e sem nada igualmente fácil, rápido e curto pra botar no lugar. É por isso que, apesar de eu não chamar mais meus desafetos, sejam eles antigos e fiéis ou momentâneos de “viados”, sei que isso não vai me tornar um ser humano melhor, nem mais evoluído, e que nem meus pais vão ficar satisfeitos e mais orgulhosos de mim. É que eu me conheço e sei que a cada vez que eu deixar de chamar de viado um motorista barbeiro, um playboyzinho folgado ou um monstrinho malcriado e seu pai pitburro, meu mecanismo de compensação do hábito suprimido vai entrar em ação... e eu vou acabar chamando o quem-é excomungado de corno seboso, escroto e broxa, de pau pequeno e filho de uma vaca sifilítica com um cachorro manco.



Escrito por Cynthia às 20h08
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NINGUÉM PODE DIZER QUE ESTE NÃO É UM BLOG DE FAMÍLIA

ou... E HOJE É ANIVERSÁRIO DO MEU PAI !!

Who's your daddy ?

Parabéns, meu amorzão. Te amo, admiro e copio mais do que consigo dizer.



Escrito por Cynthia às 15h32
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AND HERE'S 2, YOU.

New kid on the block   

 One tiny Titania  

  Minnie, me ?

Minha sobrinh(inh)a-neta, a Hannah, hoje faz dois aninhos. Nasceu morena, ficou ruiva, agora está loira, e se seguir os passos do pai e da avó, provavelmente ainda vai ficar com os cabelos cor de mel na adolescência e castanhos na idade adulta, tudo isso sem precisar de um pingo de tinta. Foi de bebê quietinho direto para uma criancinha griladinha e, agora, está uma menininha linda, sociável, que adora aplauso, elogios e atenção - e depois dizem que o signo não tem nada a ver, pff -, é doida por batom, piscina e escova de dentes, fala uma língua particular, da qual a gente só entende fragmentos, e tem, além dos milhões de Hello Kitties regulamentares, um ursinho chamado Lápis e outro que atende (?!) pelo simpático nome de Abrupto. Eu adoro ver as mudanças todas pelas quais ela passa, e torço muito pra que continue assim, camaleoa. Pra que herde o melhor dos jovens pais, pra que passe longe dos defeitos das duas famílias e pra que, acima de tudo, seja muito, muito feliz. E copiando dois compositores que ela provavelmente nem vai chegar a conhecer, porque pra ela são praticamente da pré-história, aproveito pra dizer : "Gosto muito de você, leãozinho" e "Vejo flores em você". Feliz aniversário, Hannah.



Escrito por Cynthia às 15h40
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