DIÁLOGOS BOBOS HERE, THERE AND BY MSN

Cynthia diz:

HAHAHAHA, já vi no sitemeter gente procurando muita coisa escrota no meu blog, mas acho que "bunda+gulosa" ganha o troféu Globos de Ouro...

Nelson diz:

   Deve ser aquela que mata a cobra e engole o pau!

 

*         *           *

 

Nelson diz:

Tô louco pra ler o novo livro do Bloom.

Cynthia diz:

Uai, é só comprar.

Nelson diz:

Pois é. Vou ver se compro ele.

Cynthia diz:

Cê já leu aquele outro, que eu te dei, com nome de auto-ajuda ?

Nelson diz:

Tou terminando. E de auto-ajuda a porra tem só o nome. Às vezes tenho que parar a leitura e procurar alguma referência sobre as obras na internet. É delicioso, mas denso pra caramba.  Bloom is the guy.

Nelson diz:

Ele traça paralelos entre Bacon, Goethe, Nietzsche e Freud que só ele conseguiria. E pior: com uma coerência absurda.

Cynthia diz:

    Eu só traço paralelos entre bacon e fome, bacon e colesterol, bacon e  

    um super-sandubão de quatro camadas cheio de hamburgers, com

    muito cheddar, cebola no shoyu, bacon e... ih, merda, babei no   

    teclado.



Escrito por Cynthia às 17h01
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DIÁLOGOS BOBOS - ELE FOFO, EU VENENOSA

Nelson diz:

E eu achando que a Kristin Scott -Thomas tinha no máximo minha idade.

Cynthia diz:

Nada, deve ter bem uns 50.

Nelson diz:

45.

Cynthia diz:

Hohoho. Maldade feminina.

Nelson diz:

   And I do.

Cynthia diz:

You don't do, you WOULD do, if you could and if she would and if I'd allow it...

Nelson diz:

Huh, eu faria, eu faria, claro. Esqueci do anômalo.

Cynthia diz:

Anômalo é você, mi amor.

Nelson diz:

Eu ?? Sou normalzinho, bem resolvido, bem casado, feliz e fiel, neguinha!!!

Cynthia diz:

  Por isso mesmo, hahaha...



Escrito por Cynthia às 17h00
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DIÁLOGOS BOBOS - NO SUPER, NA CHUVA E NA NOSSA CASINHA DE SAPÉ

Ele      :            Hum, esse doce aqui parece bom

Eu       :            Ah, não te contei, tem um desses lá em casa, fechado, comprei pra

                        você.

Ele      :            Ih, então vou provocar uma crise entre as forças armadas.

Eu       :            Hem ?

Ele      :            É que hoje o almirante vai comer um brigadeiro...

 

*           *            *

 

Gatim            :  Caramba, meu ombro tá até doendo. Eu praticamente arrombei a porta. Mas acho que todo homem tem que bancar o brabão e arrombar uma porta uma vez na vida, né ?

Eu  :  Sei não, nunca fui isso.

Gatim  :  Brabona ?!

Eu   :  Não, homem.

Gatim   :  Ai, eu devia saber...

Eu   :  Hahaha... e sorte sua, porque se eu fosse homem cê sabe o que é que eu ia querer arrombar, né ?

Gatim   :  Uh !



Escrito por Cynthia às 16h59
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DIÁLOGOS BOBOS - O CONTO DA VIGÁRIA

 

Nelson diz:

... e eu acho que se você fizer assim, fica ótimo.

Cynthia diz:

Hmm. Tão tá. Bigadim, lindo.

Nelson diz:

Sinto não ajudar, Lindinha...

Cynthia diz:

Acabou de ajudar.

Nelson diz:

Mm.

Cynthia diz:

Mesmo.

Nelson diz:

Ensinei o pai nosso ao vigário...

Cynthia diz:

  Vigário, eu ? Deixa eu te contar um conto, figliollo...



Escrito por Cynthia às 16h58
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CARNAVAL

Nos próximos dias, enquanto outros esquentam os tamborins, vou me ausentar, para me dedicar ao meu esporte preferido : nadação. Farei nada de manhã, nada de tarde, nada à noite. Amore, pode ir esquentando o edredom...



Escrito por Cynthia às 17h19
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SYMPATHY FOR THE EVIL

Assisti aos shows do U2 e dos Stones (em casa, pela TV, claro, porque eu gosto de rock mas sou pobrinha), e adorei os dois, mas cheguei novamente à conclusão de que eu gosto mesmo é de um mal feito. Porque foi muito simpática a demagogia do Mick falando português – os rr de "bateria" e de "guitarra", pronunciados à brasileira, com uma perfeição que chegou ao exagero, foram uma delícia, ainda mais pra quem é acostumado às incompreensíveis tentativas de astros americanos de falar portunhol. Pena que ninguém aproveitou essa pronúncia tão boa pedindo a ele pra ele dedicar  "Sympathy for The Devil" à governadora do Estado, mwahahaha. Também achei fofas e muito doces as sinceras boas intenções do Bono, pedindo que a platéia cantasse um refrãozinho homenageando os outros países da América Latina... mas o que eu gostei meeeeesmo foi do Keith Richards dizendo, blasé feito o pai do Jack Sparrow que ele é, “Hey, Rio. Nice to be back here" e, depois de uma pequena pausa,  "Ahn, it’s nice to be anywhere”. E adorei  a sonora vaia que o público, até então dócil e afinado, deu em resposta quando Bono pediu, depois de falar no Peru, México, Nicarágua, Chile, “now sing it for Argentina”. Hohoho. Yeah, it was silly, but I liked it, liked it, yes I did.



Escrito por Cynthia às 08h09
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OOPS, I DID IT AGAIN

Caramba. Apaguei de novo. De repente foi até bom, né ? A quem comentou, minhas desculpas e obrigada pelo apoio.



Escrito por Cynthia às 15h28
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PALAVRAS DEMAIS PRA JUSTIFICAR UM SILÊNCIO

Um dos meus (muitos) defeitos é falar demais. Antes da hora, depois da hora, fora de hora, ou mesmo na hora certa, mas com palavras demais, digressões demais, sinceridade demais, detalhes demais. Mas se tem uma coisa que me deixa sem palavras é quando alguém de quem eu gosto perde uma pessoa querida. Por mais que eu ainda não tenha, felizmente, a exata noção do que seja perder uma mãe, um pai, um marido ou um filho, eu posso, sim, imaginar o que seria a minha vida sem meus pais, meu amado, uma criança que tivesse nascido de mim. Quando imagino isso, e apesar de ultimamente imaginar com muita freqüência, e sempre sem querer, a tristeza que eu sinto é tão forte e real que eu sei que essa dor, multiplicada por mil, como é a de quem realmente perde alguém, não tem fim, não tem consolo, não tem lenitivo. Eu não sou capaz de dizer “Ele(a) agora está com Deus”, porque, por mais que eu queira, não sei se acredito muito nisso, e também não sei ser hipócrita. O que, obviamente, também exclui os clássicos “Deus sabe o que faz” ou “Vocês ainda vão se reencontrar um dia”. Por isso, quase sempre nessas situações eu passo por grossa, por caipira, por incompetente, porque me calo. Me calo porque o que quer que eu diga, ainda que desse algum alívio, só o faria naquele momento. E um momento não é nada. Porque as pessoas que amamos não morrem assim, de uma só vez. Elas voltam à vida milhões de vezes, por centésimos, às vezes milésimos de segundos, a cada vez que a gente vê um moleque de boné virado pra trás na rua e o coração diz “É ele !” antes que a cabeça nos lembre de que não, nunca mais. A cada vez que, numa festa, você olha pro lugarzinho onde ele ou ela sempre se sentava pra ver se está tudo bem e a cadeira está vazia. Todas as manhãs, quando, na inocência absoluta que nos acomete entre o sono e a vigília, a gente estende o braço procurando o calorzinho gostoso do outro, aquele que fazia se levantar da cama pela manhã possível, e voltar a ela à noite desejável, e só encontra o vazio. A cada vez que se acorda com frio e, tonta de sono, se levanta da cama para ir cobrir a criança que não, não está mais lá. A cada vez que a gente precisa perguntar como é mesmo que se faz aquele bolo de laranja, qual o telefone do encanador, onde se encontra linha pra bordar, como é mesmo o nome daquela oficina legalzinha. A cada vez que se precisa de uma opinião sobre se a gente deve ou não mudar de emprego, comprar um sofá, aquela estante, um outro gato. A cada vez que se lê um livro sensacional, uma HQ das boas, um post engraçado ou comovente, se assiste a um filme instigante, se ouve uma piada ótima, se descobre um sabor de sorvete especialmente bom, se tem alguma vitória, pequena ou grande, se perde uns quilos, se ganha um prêmio, se ouve uma música do Renato Russo, do João Gilberto ou um certo Mozart, se ouve uma besteira, se aprende a cozinhar um prato novo, se chora esperando o abraço e mais sentir que ouvir aquele “vai passar” bem baixinho, quase sussurrado, nos cabelos da gente. E ele não vem. Eu sei que quem a gente ama não morre nunca, mas também morre milhões de vezes, e se isso não dói neles, como dói, como destrói e arrasa quem fica pra trás.  E é por isso que eu muitas vezes não digo nada a pessoas que eu adoro e que perderam alguém. Meu coração está com elas, porque eu sei que mais cedo ou mais tarde, eu também vou perder alguém que amo de novo, ou as pessoas que me amam vão me perder, e nada que me digam pode atenuar a dor que isso vai causar. E porque às vezes já exige mais força do que eu tenho só o ser capaz de aproveitar cada momento de alegria, de felicidade, de cumplicidade sem pensar que ele pode ser o último. Porque é óbvio que um dia será mesmo. Eu gostaria de terminar esse texto de forma mais otimista, mas só posso fazê-lo com um chavão insuportável, tão lugar-comum quanto “sinto muito”, mas tão verdadeiro quanto : “It is better to have loved and lost than never to have loved at all.”

 



Escrito por Cynthia às 19h34
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DEIXAI AQUI TODO SENSO DE HUMOR, VÓS QUE ENTRAIS.

Agnóstica e ateu em igreja é sempre um perigo. De heresia e falta de respeito por um lado, de morte por tédio absoluto pelo outro. Mas como família é família, batizado em família católica é inescapável, o pai é o irmãozinho caçula xodó do gatim e a criança em questão é a coisa mais fofa do mundo, lá fomos nós. Chuva, estacionamento difícil, meia hora de pé de salto alto na porta da igreja não foram problema. Duro foi segurar o maridón para não ficar dizendo coisas do tipo “Pô, isso aqui tá cheio pra caralho” , “Tá um calor da porra” e outras mimosuras perto da mãe dele. E ouvir um pobre bebê – não a nossa sobrinhinha, que além de linda feito neném de calendário da Kodak é super tranqüila e bem-humorada - chorando do começo até o fim da (longa) cerimônia. Felizmente, todos os nomes eram bonitos e normais - Marina, Maria Luísa, Brunos e Brunas sem fim, um Felipe, um Davi, nada de Greicikhellys nem Pammelahs Suwellens nem Westerklayssons, graças a todos os deuses, católicos ou não. Passada a agitação inicial, o mais difícil foi combater o sono. Pra isso, ficamos fazendo nosso joguinho de achar sósias. Encontramos um Adrien Brody com 12 anos, uma Perla com 22, um Alexandre da Fal com uns dez anos e alguns quilos a menos, dois Billy Wilders – um dos quais era o padre – uma Kirsten Dunst viva (é que eu acho a atriz com a mó cara de defunta, com aqueles olhinhos vidrados e de pálpebras eternamente a meio pau, que nem o Garfield) e uma Mary Elizabeth Mastrantonio mulata clara, cuja afilhadinha ora andava pelo corredor com aquele passinho de bêbado que os toddlers têm, ora ficava no colo da mãe se dedicando a desmanchar os laços que seguravam o vestido de alcinha da moça. Agora impossível mesmo foi não pensar, quando o padre falou que agora todas as crianças eram puras e limpas, que só por via das dúvidas, talvez fosse bom dar uma fervidinha, e tentar não ficar o tempo todo com a musiquinha do Monty Python na cabeça, aquela que diz

“I'm a Roman Catholic,
And have been since before I was born,
And the one thing they say about Catholics is:
They'll take you as soon as you're warm.

You don't have to be a six-footer.
You don't have to have a great brain.
You don't have to have any clothes on. You're
A Catholic the moment Dad came…”

E, ainda mais impossível, se é que isso existe, foi segurar o riso, tanto do gatim quanto o meu próprio, quando o sacristão (ou sei lá que nome tenha hoje em dia o laico que fica berrando ao microfone pro povo ficar quieto e o padre poder manter sua vozinha calma e santa), ao ler errado o nome de um dos bebês, trocando Bruno por Bruna ou vice-versa,  e ser avisado pelos pais, soltou, em alto e bom som, um “Ah, desculpa então”. Acho que não tem jeito, nós vamos mesmo pro inferno. Mas se tiver a mínima chance, acho que vamos rindo...



Escrito por Cynthia às 11h31
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SÓ HOMEM...

Antes que apareçam defensoras do meu lindo gatinho, já aviso que EU SEI que ele é o homem mais perfeito e maravilhoso do mundo, que nem todas essas coisinhas descritas abaixo foram feitas por ele (tem coisas que meu pai, sobrinhos, amigos e conhecidos fizeram e fazem, também). Isto é apenas um estudo comportamental dos machos da espécie humana, e uma leve vingança contra milênios de piadinhas machistas, boa parte delas 100% ficção. Se você tem algum caso real observado - em CNTP – e anotado, e quer dividir conosco, escreva aí nos comentários. Portanto, dizíamos :

 

SÓ HOMEM…

 

Lava a cabeça com condicionador, porque era o que tinha no banheiro, e depois fica reclamando que aquele xampu esquisito não faz espuma e ainda deixa o cabelo dele seboso... sendo que “depois” significa “uma semana e sete lavagens dessas depois”.

 

 

Pega seus disquinhos de algodão prensado de tirar maquiagem, nada baratos, pra limpar a tinta de uma BIC estourada sobre a mesa do computador, e depois te avisa que pegou uns pedaços daquela “estopa” que você guarda num potinho no banheiro.

 

 

Pode, distraído, jogar no lixo uma das suas melhores facas de cozinha, junto com outras bagunças, mas é incapaz de jogar fora caixas vazias de lasanha, leite ou o que quer que seja, deixando tudo na pia. Não, não em cima do mármore, mas dentro da pia, como se você fosse lavar e reaproveitar aquela caca.

 

 

Fofa e meigamente, lava pra você a louça do café que ele sujou, mas a xícara que ele usou consegue, depois de “lavada”, ainda ter açúcar grudado no fundo e o perfume dele na asa.

 

 

Consegue usar uma roupa íntima (eu ia escrever cueca, mas acho que normalmente são só homens que usam mesmo, não ? Não ?! Uau. Bão, deixa pra lá...) até ela ficar tão velha, desbotada, puída, descosturada e destruída que é basicamente duas barrinhas de pernas presas por puro magnetismo a um cós de elástico semi-relaxado, e ainda adorar aquela porcaria, apesar de ter uma gaveta cheia de cuequinhas novas e lindas que você comprou pra ele.

 

 

Usar as mesmas meias duas vezes (!!!), virando do avesso da segunda vez, pra não ser muito porco (!!!!!), em vez de lavar aquela droga ou pedir que alguém lave pelamordedeus.

 

 

Ficar tão ansioso quando consegue levar “aquela” mulher pra sair, e mais tarde, pra cama pela primeira vez, que bebe até desmaiar e deixa a coitada a ver navios. Pelo som, navios carregados de porcos. Pelo aroma, porcos curtidos no álcool. Alguns ainda têm a maluca idéia de levar a moça pra jantar num restaurante mexicano e pedir chili pra diminuir o efeito da tequila.  E não entendem quando a mulher nunca mais quer vê-los pela frente. E muito menos pelas costas.

Update : eu já sabia disso, porque lá em casa sempre tivemos e é ótimo, mas agora, depois dessa pesquisa, tenho ainda mais certeza de que o segredo do casamento feliz é cada um ter o seu banheiro ! Ele não precisa ver longos cabelos na sua pia nem calcinhas penduradas no box, a gente não precisa catar cotoquinhos de barba do sabonete nem cair dentro do vaso no meio da noite porque ele se esqueceu de abaixar a tampa. O resto é fichinha.



Escrito por Cynthia às 12h49
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ERAM OS DEUSES HUMORISTAS ?

Pois é, às vezes eu acho que se existirem seres supremos, não importa se em formato católico (um Super Papai Noel com um seriíssimo distúrbio bipolar), protestante (uma espécie de caixa automático de senha livre, com graves problemas de audição e auto-estima), de cultos afro-brasileiros (o chefe de uma turma divertida, cheia de qualidades e defeitos 100% humanos) ou budista (algo que mesmo não sendo, é; e sendo, não é, tipo os metrossexuais), os caras são uns tremendos duns sacanas, que gostam de brincar com a gente e rir da nossa cara. Às vezes estão mais cruéis, às vezes mais benevolentes, dependendo da noite de sono que tiveram e da distância ou proximidade de sua divina TPM, mas não adianta : independente do negror ou sarcasmo de suas piadas, as vítimas sempre somos nós. Vejam meu caso desta semana, por exemplo : não basta eu estar de dieta, era preciso também que tivesse a mania de travar a mandíbula com tal força que dentes e raízes vivam ameaçados de quebra. Graças a isso, é necessário também me encontrar na deliciosa situação de, além de estar presa às 1200 kcal/dia, ter que passar sete dias sem alimentos sólidos, enquanto minhas pobres canjiquinhas vão sendo recuperadas. Já que eu não consigo viver somente à base de iogurte, chá e shakes diet, a solução é fazer cara de mãe e encher o carrinho de supermercado com comidinhas de bebê. Claro que ninguém precisa saber que o bebê sou eu mesma, na tenra idade de 489 meses. Então que os deuses sacanas aproveitem pra rir da minha cara a cada vez que se lembrarem de que eu tenho ingerido as tais papinhas, resignadamente, nos últimos três dias, e ainda devo continuar por mais quatro. Mas que saibam que eu só engulo as ditas-cujas depois de batizá-las profusamente com óleo de alho, sal e muita, mas muita pimenta. E resmungando pra eles, como se eu fosse personagem de filme do Fernando Meirelles, que gugu-dadá é o c*ralho.



Escrito por Cynthia às 07h42
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NOTE TO SELF

Oooops. Nunca blogar com sono.

Escrito por Cynthia às 04h21
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